
Muita gente sabe que o prefixo “pre” denota precedência, algo que vem antes. Poucos sabem que ele vem do latim “Prae”. Quase ninguém sabe que ele está contido em algumas das palavras que mais utilizamos, sem perceber, no nosso dia a dia profissional.
Preconceito, pré-julgamento e muitos “pres” infelizmente estão intrinsecamente ligados a alguns dos nossos atos profissionais que nos distanciam de certas pessoas.
Ainda não concorda? Pois bem, avalie no seu âmbito profissional se há alguém com quem você não conversa, não chega perto e, além de tudo, não gosta. Se sim, a pergunta é “por quê?”.
Muitas vezes, acabamos por não gostar e/ou duvidar do trabalho de uma pessoa com quem mal conversamos por questão de preconceito e/ou por um pré-julgamento. Consideramos o trabalho dessa pessoa ruim, não gostamos dela e acabamos por nos distanciar crentes de que o problema é ela.
Nem sempre! Em muitos casos, o problema está em nós mesmos. Nós é que nos distanciamos dos outros e julgamos ser a melhor coisa, já que não gostamos daquela pessoa e muito menos a conhecemos. Incrível isso, não? Como não gostar de alguém que sequer conhecemos? A resposta está aí! A distância é causada pelos nossos “pres” e a solução é tirarmos eles do nosso mundo profissional e nos aproximarmos, ampliarmos nossa rede de relacionamento e diminuirmos, dia a dia, a distância entre algumas pessoas em nosso ambiente de trabalho.
O prefixo “pré” é, de fato, algo que atrapalha as relações profissionais. Conhecer melhor alguém pode ser sinônimo de aprendizado. Aprendizado é sinônimo de crescimento, seja no trabalho, seja na vida pessoal. Por isso, pense bem antes de se permitir usar muitos “pres”, eles podem antecipar o seu fracasso.

Nós temos o terrível costume de gastar tudo o que ganhamos. Enquanto temos dinheiro na conta, continuamos usando e usando. Esse usar é fantástico, mesmo que por alguns momentos, já que nos endividamos comprando celulares novos, roupas, carro, casa, sem se esquecer, é claro, das contas domésticas que também precisarão ser pagas – ou não!?! Fato é que quando percebemos, todo nosso salário foi consumido pelo nosso consumismo.
