Archive for the ‘Carreira’ category

Yeapiz: oportunidades para você e para os seus amigos

November 28th, 2011

Você que está acostumado a utilizar os meios tradicionais para procurar emprego ou indicar vagas aos seus amigos vai se surpreender com o Yeapiz!

O Yeapiz é site de recrutamento social chegou inovando este conceito no Brasil. Ele foi lançado oficialmente em sua versão beta hoje e beneficia tanto as empresas que anunciam as vagas quanto os usuários do site porque une três coisas importantes quando se pensa em recrutamento social: networking + redes sociais + indicação.

Entenda como funciona

As empresas anunciam suas vagas na plataforma do site e essas vagas ficam disponíveis para que os usuários cadastrados no Yeapiz indiquem amigos das redes sociais Facebook e LinkedIn para essas vagas.

Você pode tanto indicar quanto ser indicado e, melhor, ser remunerado por isso. O Yeapiz remunera o usuário indicador se e quando o amigo indicado for contratado pela empresa.

A única coisa que você precisa fazer é acessar o Yeapiz, fazer o login, habilitar o filtro dos seus amigos do Facebook e LinkedIn para, então, começar a indicar os amigos para as vagas de emprego anunciadas pelas empresas.

Como o próprio site diz: sua indicação, sua ajuda, seu negócio!

Cadstre-se e divulgue agora mesmo suas oportunidades com a gente.

http://yeapiz.com/
http://blog.yeapiz.com/
http://www.facebook.com/yeapiz
http://twitter.com/yeapiz

E a distância, é realmente por causa do outro?

April 19th, 2010

Muita gente sabe que o prefixo “pre” denota precedência, algo que vem antes. Poucos sabem que ele vem do latim “Prae”. Quase ninguém sabe que ele está contido em algumas das palavras que mais utilizamos, sem perceber, no nosso dia a dia profissional.

Preconceito, pré-julgamento e muitos “pres” infelizmente estão intrinsecamente ligados a alguns dos nossos atos profissionais que nos distanciam de certas pessoas.

Ainda não concorda? Pois bem, avalie no seu âmbito profissional se há alguém com quem você não conversa, não chega perto e, além de tudo, não gosta. Se sim, a pergunta é “por quê?”.

Muitas vezes, acabamos por não gostar e/ou duvidar do trabalho de uma pessoa com quem mal conversamos por questão de preconceito e/ou por um pré-julgamento. Consideramos o trabalho dessa pessoa ruim, não gostamos dela e acabamos por nos distanciar crentes de que o problema é ela.

Nem sempre! Em muitos casos, o problema está em nós mesmos. Nós é que nos distanciamos dos outros e julgamos ser a melhor coisa, já que não gostamos daquela pessoa e muito menos a conhecemos. Incrível isso, não? Como não gostar de alguém que sequer conhecemos? A resposta está aí! A distância é causada pelos nossos “pres” e a solução é tirarmos eles do nosso mundo profissional e nos aproximarmos, ampliarmos nossa rede de relacionamento e diminuirmos, dia a dia, a distância entre algumas pessoas em nosso ambiente de trabalho.

O prefixo “pré” é, de fato, algo que atrapalha as relações profissionais. Conhecer melhor alguém pode ser sinônimo de aprendizado. Aprendizado é sinônimo de crescimento, seja no trabalho, seja na vida pessoal. Por isso, pense bem antes de se permitir usar muitos “pres, eles podem antecipar o seu fracasso.

7 pecados no trabalho

March 15th, 2010

Se no passado as empresas procuravam ter um funcionário que falasse bem outro idioma, no presente, ao que parece, essa realidade mudou. É importante falar outro idioma? Sim, com certeza! Isso melhora tanto a sua vida profissional quanto pessoal, sem sombra de dúvidas. Mas não se pode ignorar a realidade atual: a importância de falar e escrever bem a própria língua.

As empresas começaram a se preocupar com isso ao notar os problemas que a falta de uma boa comunicação oral e escrita acabam causando. Muitas dicas já foram aqui dadas sobre esse assunto e, como achamos importante – e muito válido –, indicamos aqui a leitura do artigo publicado em fevereiro pela revista Língua Portuguesa. O nome dele é “7 pecados no trabalho” e, resumidamente, classifica esses 7 pecados corporativos como:

  • O emprego equivocado dos verbos “haver” e “fazer”, como, por exemplo, “Houveram fatos inusitados na reunião” X “Houve fatos inusitados na reunião” (p. 30-31).
  • Os problemas com o emprego da crase, deixando uma dica boa para se memorizar e tentar usar quando estiver na dúvida se em determinada situação é possível empregar a crase, que é “Se vou a e volto da, crase há” / “Se vou a e volto de, crase pra quê?” (p. 30)
  • Planejamento do que será escrito: pensar sempre em ter os objetivos dessa comunicação claros; pensar em quem vai ouvir o que você tem a dizer, ou em quem vai ler o que você escreveu; pensar em economia expressiva e escrever parágrafos curtos, entre outras coisas; evitar a repetição de palavras e sempre revisar o texto.
  • Intensificar a leitura, isto é, ler com frequência: jornais, revistas, livros; o importante é ler e sempre que aparecer uma palavra desconhecida, procurá-la no dicionário e arriscar-se a escrever algumas frases com essa palavra, pois assim é possível realmente aprendê-la e torná-la parte do seu vocabulário.
  • Concordância completa: os muitos erros cometidos quando começamos a escrever uma frase usando primeiramente o verbo como, por exemplo, “Aconteceu muitos casos…” (p. 32).
  • Conjugação de verbos irregulares, ou seja, os problemas enfrentados com determinados tipos de verbos e que causam problemas como, por exemplo, o verbo “ver”, com o clássico, “se eu o ver…”, quando o correto é “se eu o vir…”, entre outros verbos citados.
  • Tropeços na pontuação, isto é, frases muito longas sem pontuação, vírgulas que separam o sujeito etc.

São dúvidas que fazem a diferença, principalmente quando esclarecidas e “tiradas”.

Clique aqui para ver a matéria.

Começando em um novo emprego

March 2nd, 2010

Zona Desconhecida

Depois de passar por um processo seletivo, preparar um monte de documentos para admissão e ainda parar para pedir demissão na empresa anterior e se despedir dos amigos, a gente para e começa a pensar na próxima segunda-feira. Geralmente, nesta próxima segunda-feira você tem uma nova família, e como isso vem a insegurança. O que naturalmente vêm à mente é “Será que vão gostar de mim?”, “Será que vou me adaptar?”, “Será que vou conseguir executar meus planos?”

Não demora muito a passar e, então, chega a tão esperada – ou temida? – segunda-feira. Você toma outro caminho, outro destino e o que o acompanha é o – ao que parece – parceiro desses momentos: frio na barriga. Esse frio na barriga começa a ficar cada vez mais forte e, inevitavelmente, você se pega a pensar e se perguntar “Por que estou aqui? Eu até poderia continuar na outra empresa, era tão mais fácil, eu sabia tudo o que eu fazia e fazia tudo aquilo de olhos fechados”. Notamos que esse frio na barriga nada mais é do que a incerteza que acaba por nos deixar mais nervosos.

Mas em algum instante – ou em algum momento da vida – a resposta vem à tona: você poderia sim estar lá, mas o conforto já incomodava, a zona de conforto já não era mais suficiente para lhe dar conforto e por isso você acabou indo para uma zona desconhecida, com algo que poderá lhe por à prova. E isso é bom?

Sim, sempre que nos colocamos fora da nossa zona de conforto significa que estamos evoluindo. No casso de um novo emprego, você está evoluindo em sua carreira profissional e notará isso quando, quase que consecutivamente, surgir novas responsabilidades, novas vontades, novas provas, novo salários, novo cargo etc. Em um novo ambiente de trabalho, haverá a necessidade de conhecer mais sobre as rotinas do novo lugar, enfrentar novos problemas, se adaptar, e isso muitas vezes significa ter um motivo para lutar e continuar a viver, não estagnar. E o melhor: você acumulará mais experiência, qualificação, sabedoria e, quem sabe, chegará o dia em que será necessário passar para mais outra zona, uma zona de desconforto, porque tudo muda o tempo inteiro, tudo evolui e nada mais justo que evoluirmos junto.

O emprego do futuro ou o futuro dos empregos?

February 25th, 2010

Já pensou alguma vez sobre como serão os empregos daqui a alguns anos? Não? Pois bem, será que eles serão o emprego do futuro, tão sonhado, ou teremos sim um futuro igual para todos os empregos?

Muito difícil responder a todas as perguntas, o que podemos dizer é que atualmente muitos empregos já possuem novas nomenclaturas e tudo está em constante, mesmo que devagar, mudança.

Quem nos dá uma boa ideia de como podem ser alguns empregos nos anos vindouros é Thomas Malone, professor de uma universidade norte-americana e que lançou, em 2004, o livro O futuro dos empregos. Nesse livro, o autor fala de como a internet mudou o emprego dito tradicional e muita coisa do que vemos hoje.

Se você ainda não tem noção de como será o seu emprego no futuro e/ou como pode estar o mercado de trabalho daqui a alguns anos, leia a entrevista com Thomas Malone publicada no site da revista Você S/A.

Clique aqui para ler a entrevista.

E o tão sonhado aumento… Chegou a hora?

February 22nd, 2010

Duas coisas são importantes em um emprego: satisfação e salário. É muito fácil perceber quando estamos satisfeitos com determinada função e empresa, mas e o salário?

O salário é coisa séria! Todos sabemos quanto vamos ganhar pelo nosso trabalho ao entrar em determinada empresa, aceitamos e começamos a trabalhar. Mas depois de um tempo, de aquisição de conhecimento, trabalho duro, começamos a nos perguntar se o salário que estamos recebendo equivale ao trabalho que estamos desempenhando e se chegou a hora de pedir um aumento.

Ainda que saibamos que essa não é a realidade de muitas empresas, já que em alguns lugares só é possível conseguir aumento com promoção por meio de planos de crescimento, entre outros, e isso requer provas, testes e novas entrevistas, para se ter uma noção de que o momento de pedir um aumento chegou, é importante, primeiro, se autoavaliar.

Pergunte-se, fazendo uma avaliação, por que você merece um aumento e tente justificar essa pergunta com os bons resultados que seu trabalho trouxe além do que você foi contratado para fazer, que lucro esse trabalho trouxe, o que melhorou na área, o que mais foi desenvolvido além do esperado etc. Depois desse longo processo, se realmente é o momento de pedir um aumento, converse com seu superior e ponha todo esse valor na mesa.

Com tudo na mesa, não cometa o pior dos erros que é apelar e falar sobre os problemas pessoais como “preciso de um aumento porque meu aluguel aumentou”, “meu filho nasceu”, “minha conta de água aumentou” etc. Nenhuma empresa/chefe quer ou precisa saber sobre seus problemas pessoais. Eles estão – ou deveriam estar – preocupados com o seu desempenho profissional e – com certeza – não vão passar você na frente de alguém no momento de dar um aumento salarial por causa dos seus problemas pessoais.

Lembre-se: aumento de salário é mérito, não caridade.

Você e as dívidas

February 12th, 2010

Infelizmente, nem todos nós somos tão controlados quanto gostaríamos de ser. Às vezes, gastamos o que temos e o que não temos. Outras vezes, economizamos, investimos, somos controlados. Cada um possui um perfil quando o assunto é dívida. Você sabe qual é o seu perfil quando lida com dívidas. Se ainda não sabe, uma ótima dica é descobrir em que estágio você se encontra e tentar melhorar e, mais uma vez, a revista VOCÊ S/A o ajuda a descobrir com um teste elaborado pela psicóloga Márcia Tolotti e publicado no site da revista.

Para fazer o teste, clique aqui. Depois nos conte o que achou!

Comunicação em teste

February 10th, 2010

Fator preponderante dos muitos posts que publicamos aqui é que comunicação é importante. Saber falar bem, se expressar e alguns outros pontos que se não foram abordados em alguns posts, foram em outros ou ainda serão são os pontos de uma boa comunicação. Mas você ainda tem dúvida se a sua comunicação é boa? Uma ótima prova de colocar isso em teste é aproveitar o teste publicado no site da revista VOCÊ S/A sobre comunicação. O teste não expressa uma verdade universal sobre sua comunicação, mas pode ajudá-lo a enxergá-la melhor.

Para fazer o teste, clique aqui.  Depois nos conte o que achou!

Você já se viu como um líder?

February 8th, 2010

Com certeza, em algum momento, você já ou viu falar em liderança. Mas alguma vez em sua carreira profissional você já se perguntou se é um líder? Pois bem, muitas pessoas são líderes natos ou mesmo desenvolvem isso, e ser visto como líder é um ponto positivo quando se almeja um cargo de gerência em uma empresa.

A revista VOCÊ S/A lançou em seu site um teste para que você descubra se tem ou não esse perfil de liderança. O teste é composto por 7 perguntas que geram uma pontuação. Por essa pontuação é possível verificar o resultado e saber se, de acordo com suas respostas, você tem perfil de líder.

Para fazer o teste, clique aqui e vá para o site da revista Você S/A. Depois nos conte o que achou!

Crítica: você está de que lado?

February 1st, 2010

Os dentes cerram e a mente funciona rapidamente, preparando as mais incríveis defesas. É praticamente o que se vê na maioria dos ambientes de trabalho quando alguém começa a fazer uma crítica ao trabalho de outrem.

O substantivo feminino “crítica” é definido pelo dicionário on-line Houaiss – em oitavo lugar e com a classificação de uso informal – como “ação ou efeito de depreciar, censurar; opinião desfavorável; censura, depreciação, condenação”, que, infelizmente, parece ser o primeiro significado da palavra adotado por muitas pessoas em ambientes profissionais quando é necessário avaliar o trabalho de alguém ou mesmo ajudar determinada pessoa com uma tarefa. Mas se o ambiente em questão é o profissional, no qual o comportamento deve ser formal, por que as pessoas continuam usando o “uso informal” da palavra e fazendo um desfavor a si próprio?

Um grande desfavor talvez seja o ponto principal, porque em se tratando de ambiente profissional, é preciso pensar em se destacar – claro! –, mas isso não se faz com esse tipo de “crítica”, pois o mais sensato e civilizado ainda é utilizar outro significado dado pelo Houaiss à palavra “crítica”: “exame racional, indiferente a preconceitos, convenções ou dogmas, tendo em vista algum juízo de valor”.

Examinar racionalmente um trabalho, sem preconceito, convenção ou dogma é o que realmente poderá trazer destaque, uma vez que isso mostra a capacidade de análise, percepção e vontade de ajudar a melhorar o que quer que tenha criticado na empresa. Sem falar na humanidade, caso se trate de alguma crítica a um amigo etc.

Não cerre mais os dentes. Sorria e escolha um lado!