Archive for the ‘Carreira’ category

Mais uma reputação

January 26th, 2010

Sem dúvida, tudo começa quando nascemos. Uma criança com “rosto de joelho”, mas que é a coisa mais linda e, como sempre, muito bem-vinda. Depois de um ou dois anos, a criança continua sendo linda e bem-vinda, mas começa a criar sua reputação: arteira, chorona, dengosa, quietinha, risonha, entre outros. Passados alguns anos, o adolescente é, em casa, comportado; na escola, indisciplinado, bagunceiro; entre os amigos, maneiro, descolado. E lá se vão mais alguns anos, o adolescente se torna adulto e, em casa, é responsável, trabalhador; na faculdade, esforçado; no trabalho, comprometido, inexperiente, molenga, etc., mas e na Internet?

Você já pensou em pesquisar seu nome no Google e ver a quais resultados chega? A qual tipo de conteúdo e/ou imagem o seu nome aparece relacionado? Já pensou em avaliar, do ponto de vista profissional, os seus perfis em redes sociais? Pois bem, algumas empresas fazem tudo isso e embora muitas pessoas não tenham percebido, esse “tudo isso” – pesquisas – mostra o que se chama de reputação on-line.

Pode-se dizer que a Internet, pelo menos para a empresa contratante, é feita de busca e, por isso, você será, literalmente, “buscado”. É a evolução. Indubitavelmente, algumas pessoas não vão precisar fazer isso porque não trabalham diretamente em áreas relacionadas a esse mundo virtual e não possuem o contato constante com a Internet e/ou o costume de publicar tudo o que querem e do jeito que querem no mundo web. Pode-se dizer que essas pessoas são mais cuidadosas talvez por terem crescido sem esse contato que os jovens que estão no mercado de trabalho hoje possuem com a Web, talvez por terem – às vezes, subconscientemente – ciência das vantagens e desvantagens da tal reputação on-line.

Criar uma reputação on-line tem muitos pontos positivos e pode ser de grande valia, mas não é tão simples. Segundo o artigo How to Save Your Online Reputation de Jon Bernstein, publicado no site www.bnet.com, para salvar sua reputação on-line é necessário seguir três passos: identificar e monitorar sua reputação on-line, concertar/corrigir sua reputação on-line e proteger sua reputação on-line. Mesmo que um tanto enérgico, o autor fornece boas dicas como, por exemplo, fazer buscas na blogosfera, mecanismos de busca, fóruns, redes sociais, microblogues etc., monitorar os mesmos lugares citados e não misturar negócios com diversão.

Na situação empresa X candidato, a reputação on-line pode significar tudo o que Jon Bernstein cita em seu artigo, mas pode não chegar a tanto e se ater a alguns pontos, tais como:

- Redes Sociais: perfil (o que está escrito); álbum de foto (que tipo de fotos são expostas, que tipo de imagem o candidato passa com determinadas fotos); comunidades relacionadas (a que tipo de assunto o candidato está relacionado, defende, tem interesse);

- Blogues: conteúdo (sobre o que escreve), grafia (se escreve certo);

- Fóruns: discussões (em que tipo de discussões está envolvido), pontos de vista (o que expõe nessas discussões) e, certamente, que tipo de fóruns frequenta;

- Google: nome (a que seu nome está relacionado, se isso é positivo ou negativo).

Ao se falar em perfil, fotos, conteúdo, entre outros, é bom ter em mente que fotos com nudez, embriaguez e coisas do gênero, erros de português, relação com comunidades que promovam racismo, uso de drogas etc. e muita coisa negativa relacionada a um nome não são um bom cartão de visita para quem procura saber quem é você on-line.

A modernidade traz a mudança/consequência e mais uma reputação com a qual precisamos lidar; reputação que pode fazer a diferença seja positiva, seja negativa.

Ah, e certamente o faz!

Marketing Pessoal

January 22nd, 2010

Todo mundo quer ser alguém de sucesso no âmbito profissional; almeja promoções, se especializa, estuda e trabalha para que isso aconteça. Mas todo esse empenho pode não ser suficiente se não for dada a devida atenção ao Marketing Pessoal.

Podemos dizer que a visão do mercado de trabalho está mais apurada, isto é, os aspectos que antes achávamos ser secundários, hoje estão praticamente no mesmo patamar de alguns requisitos que julgávamos primário para o sucesso: conhecimento, trabalho, comunicação e especialização. Prova disso são algumas perguntas que nos fazemos, como “Por que meu colega de trabalho foi promovido ou alcançou mais sucesso profissional e/ou pessoal do que eu sendo uma pessoa menos preparada, menos experiente etc.?”. A resposta pode estar justamente no Marketing Pessoal.

O Marketing – pessoal ou não – não é mais algo visto como ferramenta de falsidade, política, individual etc., ao contrário, o Marketing Pessoal pode ser definido como uma prática individual para o crescimento pessoal e profissional por meio da visibilidade das habilidades e competências – entre outros – exibidas pelo indivíduo e reconhecidas e aceitas pelos outros.

Alguns elementos fundamentais do Marketing Pessoal são:

Comunicação interpessoal;

  • Trabalho de imagem;
  • Bom posicionamento emocional;
  • Criação de Rede de Relacionamento (networking);
  • Pró-atividade;

Já pensou em quebrar os paradigmas e colocar isso no seu planejamento deste ano?

A matéria exibida no Fantástico e apresentada pelo Max Gehringer revela os mandamentos do marketing pessoal no âmbito profissional. Clique aqui para assistir ao vídeo.

O seu português, como vai?

January 18th, 2010

É extremamente comum ouvir em entrevistas de emprego a pergunta “você tem inglês/espanhol fluente?”. Mas, alguma vez, você já ouviu a pergunta “você tem português fluente?”. Se ainda não ouviu, tenha certeza de que esse dia não tardará.

Quando o assunto é a fala do nosso próprio idioma, o mais comum é aceitarmos que todos nós falamos e entendemos bem o português e, consequentemente, o escrevemos bem. Ainda que segundo muitos linguistas, o importante seja estabelecer uma comunicação, as empresas e o mercado de trabalho não aceitam mais isso, porque a comunicação pode até ser estabelecida, mas não gera lucro, mas sim prejuízo.

A imagem da empresa é – e muito – afetada negativamente pelas mensagens de e-mails escritas com erros de português que são enviadas aos clientes finais e parceiros, pelas mensagens truncadas que muitas vezes são enviadas, pela falta de domínio da linguagem de alguém extremamente inteligente na sua área, mas que não soube/sabe se expressar coerentemente em uma apresentação de produto etc. aos possíveis clientes/parceiros (também chamados de “prospectos”).  Tudo isso é o prejuízo desastroso da falta de fluência na própria língua.

A própria língua, a língua materna, o vernáculo se tornou essencial nas entrevistas, pois ainda é por meio de uma redação e/ou entrevista oral que o entrevistador consegue identificar se a capacidade de expressão do candidato é boa ou não para a vaga a qual ele está concorrendo, pois mesmo que muitas empresas estejam começando a contratar consultorias para fazer o trabalho de melhora da comunicação escrita e falada no vernáculo internamente, elas desejam contratar candidatos que não precisem passar por esse tipo de treinamento.

Estar ou não empregado pode não depender de uma capacidade de retórica de alguns políticos, mas com certeza dependerá de uma boa eloquência, capacidade de raciocínio coerente e expressão disso na sua própria língua.

E a sua imagem?

January 15th, 2010

Nessa selva que é o mercado de trabalho, muita gente mais do que competente acaba deixando de lado o trabalho de imagem e/ou achando-o totalmente desnecessário, pois pensam que o conhecimento é só o que interessa. Essa ideia acaba, por vezes, deixando as pessoas passarem uma imagem contrária a que desejariam e impactando desfavoravelmente sua carreira e, por consequência, seu sucesso.

Podemos dizer que o trabalho de imagem é caracterizado por:

- aparência: roupa muito casual – ou mesmo chamativa – pode passar uma imagem de desleixo, rebeldia ou inconsequência e despreocupação com o emprego; o cabelo não cuidado e barba e bigode para fazer podem passar a mesma imagem supracitada e também a de falta de higiene pessoal;

Ao pensar em aparência, verifique e peça opiniões sobre o que você está vestindo, mas pense principalmente em limpeza, tamanho adequado, discrição e moda .

- comportamento: falta das maneiras básicas de educação, como o “por favor”, “com licença” etc., mostra , no mínimo, que o candidato não está preparado para lidar com os outros; comunicação excessiva com os colegas de trabalho, acesso a e-mails pessoais, redes sociais e qualquer cuidado demasiado com a vida pessoal no ambiente de trabalho passa a imagem de que o indivíduo não está preocupado e/ou comprometido com o trabalho, por conseguinte, desnecessário naquele local.

Ao pensar em comportamento, pense que você está sendo vigiado o tempo inteiro e que embora você passe mais de 40 horas semanais no ambiente de trabalho, ele ainda não é a sua casa, por isso, passe pouco tempo resolvendo assuntos particulares e/ou conversando sobre esses assuntos com os amigos e seja educado, independente da situação.

Pode ser que o conhecimento seja realmente algo que interessa muito, mas a primeira imagem é a que fica, não é?

Seu nome pode ser sua marca

January 13th, 2010

É muito comum vermos nomes que parecem slogans e são facilmente lembrados. Veja, geralmente, cartões de visita, artista de televisão, consultores etc. Todos eles possuem nomes curtos, foneticamente agradáveis, fáceis de serem lembrados e – quem sabe – vendedores.


É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado e por isso nomes complicados e longos não são ideais no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja  no vídeo “Seu nome é sua marca” Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.


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É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado, por isso nomes complicados e longos não são ideias no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e pense avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.

E a geração Y…

January 11th, 2010

É inegável que o mundo evoluiu e que o ser humano passou por muitas mudanças e continua nesse processo. Aconteceu a mesma coisa com o mercado de trabalho. As gerações mudaram e muitos dos ingressantes no mercado atual são as pessoas da famosa Geração Y.

Depois dos Tradicionais (até 1945), dos Baby-boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1977), as empresas precisam entender um pouco mais da Geração Y. Os integrantes dessa geração nasceram entre 1978 e 1990 (aproximadamente) e cresceram com TV, computador, vídeo-game e comunicação rápida o tempo inteiro. Se as gerações anteriores precisaram ler os manuais, escrever cartas, falar ao telefone, a Geração Y escreve no Twitter, Facebook, entre outros, deixa o manual de lado e aprende mexendo – às vezes, parece que nem precisam mexer, veem o equipamento e pronto, praticamente um dèja vu.

Para esses jovens de 20 e poucos anos que cresceram em meio à informação e, aparentemente, à ruptura familiar, a palavra-chave é liberdade, seja na empresa, seja na própria casa. Eles são muito “auto” e muito capazes! Ainda que o “auto” possa ser considerado egocentrismo, superficialidade ou “abuso” mesmo, esses candidatos são pessoas que fazem diferença hoje no mercado de trabalho porque são bem preparados técnico e academicamente e buscam sempre o sucesso e aperfeiçoamento; buscam o aprendizado. E quando deixam de aprender com um cargo, se cansam – claro! – e saem da empresa, procuram uma oportunidade melhor porque sentem que estão perdendo tempo na empresa atual. Os candidatos da Geração Y gostam de coisas rápidas, de fazer sucesso o quanto antes, além de flexibilidade. São pessoas que fazem sucesso rápido e estão dominando o mercado porque perguntam muito e não têm medo de arriscar. A empresa que possui esses funcionários precisa entender o que pode aproveitar e como pode aproveitar essa geração, pois eles podem – e fazem – a diferença e o sucesso. Aliás, já não dizem por aí que “são as perguntas que movem o mundo”?

Algumas perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

January 7th, 2010

Além de todo trabalho com currículo, vestes e comportamento, ainda temos sempre que nos atentar e nos preparar para algumas perguntas um tanto complicadas e não nos perdermos no momento de respondê-las. Vejam algumas perguntas mais comuns em entrevistas e uma possível forma de se sair bem nelas.


- Fale sobre você.

Isso não é bem uma pergunta, mas sempre nos pega desprevenido e pode ser uma catástrofe, por isso é bom ensaiar isso. O segredo é ser objetivo, se ater a dizer seu nome, idade, lugar onde mora e formação acadêmica/escolar (inclua cursos, especializações, eventos, mas de forma objetiva)


- Quais são seus pontos fracos e quais são seus pontos fortes?

Mais uma pergunta muito comum e que pode ser respondida como já se espera, isto é, o candidato deve ser comprometido, pró-ativo e responsável (lado positivo) e perfeccionista (lado negativo)


- Quais são seus objetivos a curto e a longo prazo?

Neste caso, a objetividade ainda é ideal. Uma boa resposta seria dizer que a curto prazo, você quer ser bom no cargo ao qual você está se candidatando e que a longo prazo se especializar no que está fazendo e crescer com a empresa.


- Por que saiu do último emprego? Você gostava da empresa?

Nunca fale mal da última empresa, do último cargo e do último gerente/chefe. Conte sobre o que você aprendeu na última empresa, as coisas boas e ao falar da saída da empresa, o ideal é falar que saiu porque está em busca de aprendizado, novos desafios, entrar na área de formação etc.


- O que você procura em um emprego?

Há várias respostas boas para este tipo de pergunta, contudo, o ideal é que a resposta dada ao entrevistador esteja dentro do que ele espera ouvir, como, por exemplo, responder que está procurando desenvolvimento profissional, que deseja participar e crescer com uma empresa e acha que essa empresa pode oferecer isso, que está procurando desafios e crescimento profissional e pessoal etc.


- Como surgiu o interesse pela vaga e pela empresa?

Este é o momento de mostrar que a lição de casa foi feita e que você conhece um pouco da empresa (pesquise no site institucional da empresa e por outros meios que encontrar) e que a vaga está na área que você deseja seguir e se aperfeiçoar. Caso a entrevista tenha sido marcada em cima da hora, seja honesto e diga que não teve tempo de pesquisar, mas mostre interesse pela vaga.


- Por que devemos contratá-lo?

O ideal é falar sobre pontos positivos que o entrevistador espera ouvir, como comprometimento, bom desempenho, que a empresa terá lucros com o seu trabalho e que você deseja crescer com a empresa. É essencial que isso seja sincero.


- O que você faz no seu tempo livre?

Por incrível que pareça, essa pergunta ainda é feita e, geralmente, o/a entrevistador(a) espera alguma resposta ligada às preocupações com o desenvolvimento pessoal e profissional e algo relacionado ao relacionamento interpessoal. Você precisa ser sincero, por isso, avalie se você dedica seu tempo livre a cursos e lazer, como você gere seu tempo, se passa algum tempo com a família etc.

Ano Novo, Planejamento Novo

January 4th, 2010

O término de mais um ano representa o fechamento de mais um ciclo. É tempo de comemorar, confraternizar, agradecer e começar. O começo pode ser do zero, ou não. O importante agora é fazer um novo planejamento, a meta agora é planejar 2010.
Planejamento é algo altamente recomendável e que poucas pessoas fazem por demandar tempo e ser, às vezes, difícil. Temos que pensar no que aprendemos, o que conseguimos efetivamente realizar, o que agregamos à nossa vida profissional e pessoal e, se não descartamos em 2009, o que ficou pendente e que é essencial que seja realizado em 2010. Tudo isso demanda tempo porque pensar no futuro e desenhar metas de longo, médio e curto prazo pode até levar dias, mas é algo que, no mínimo, deve começar a ser praticado. Lembre-se do ditado popular sábio que diz que a “a prática, leva à perfeição”.

Espero que as dicas abaixo o ajudem a encontrar uma luz ao iniciar o seu planejamento.

1)    Coloque tudo no papel: depois de ter pensado nos aprendizados, conquistas e fracassos, é chegado o momento de colocar tudo no papel. Seja papel físico, seja computador, seja celular, seja o que você quiser, o importante é não deixar isso só na sua cabeça, porque ela é boa, mas pode não conseguir se lembrar de tudo no momento de conferir e nem ir “ticando” o que conseguiu fazer;

2)    Metas: desenhe primeiro as suas metas pessoais e depois as profissionais. Falo isso porque depois, na hora de escrever as metas profissionais, você terá uma motivação a mais para trabalhar. Como meta, o ideal é que você pense em coisas desafiadoras e que lhe darão grande satisfação ou mudanças um tanto positivamente radicais em sua vida, pois são essas metas que nos ajudam a nos privar de certas coisas ou até mesmo a motivação necessária para conseguirmos alcançar o que planejamos. Como a meta pessoal e profissional de cada um é muito pessoal, é possível, como exemplo, que existam metas como viagens que deseja realizar, quantias que deseja economizar, cargos que se quer atingir, mudança de emprego ou profissão etc.;

3)    Motivação interna: indubitavelmente, a coisa mais importante. Estar motivado para seguir algo, só depende de nós mesmos. Mesmo que nem tudo esteja saindo como planejado, foque e continue motivado para seguir o que foi planejado e, quando necessário, altere o planejamento.

Além dessas três dicas, algo extremamente necessário em um planejamento é a busca pelo conhecimento. Busca por conhecimento que lhe satisfaça pessoalmente e busca pelo conhecimento que lhe ajude profissionalmente. Esse conhecimento pode estar dentro das suas metas e, com certeza, deve ser algo no seu planejamento, pois o conhecimento e o aprendizado tornam possível a expansão dos seus horizontes. Além disso, procure sempre dar alguns saltos altos, arriscados e que lhe deem prazer. Alguns deles podem não dar certo, mas com certeza muitos darão.

Lembre-se: Ano novo, planejamento novo. E boa sorte!

Qual a diferença entre pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu

December 22nd, 2009

Um curso de pós-graduação é importantíssimo não só para o currículo do candidato, mas principalmente para a formação profissional e crescimento pessoal dele. O grande problema aparece no momento de escolher o curso e – conforme temos notado – na cruel dúvida sobre a diferença entre curso de pós-graduação Lato Sensu e cursos de pós-graduação Stricto Sensu.
Primeiro, é necessário deixar claro que pós-graduação é todo o estudo feito depois do curso de graduação. Esses estudos são oferecidos hoje como Lato Sensu e Stricto Sensu.

Lato Sensu é uma locução adverbial que significa “em sentido amplo” e, aplicado a cursos de pós-graduação, significa um curso de especialização em determinada área. Atualmente, os cursos Lato Sensu são comumente chamados somente de “pós” ou “pós-graduação” e é um curso que geralmente oferece um conteúdo mais amplo, porque os candidatos a esse curso podem vir de diversas áreas, isto é, um aluno graduado em Administração de Empresas pode ingressar em um curso de pós-graduação Lato Sensu de Letras.

Stricto Sensu é uma locução adverbial que significa “em sentido restrito” e, aplicado a cursos de pós-graduação, relaciona-se aos cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Neste caso, acaba sendo essencial que o aluno ingressante no curso tenha formação na área que deseja fazer o mestrado – ou demais cursos –, pois é um curso com matérias mais específicas e que exige um conhecimento prévio do aluno.

Uma dúvida que também deve ser sanada é que um candidato que conclui a graduação pode tanto ingressar em um curso de pós-graduação Lato Sensu quanto Stricto Sensu.
Lato ou Stricto, o importante é sempre pensar em melhorar sua formação acadêmica e, consequentemente, sua formação profissional.

As entrevistas pessoais e os erros – Parte II

December 17th, 2009

O Comportamento


O comportamento do candidato em uma entrevista não engloba somente como ele vai sentar, se vestir etc., mas também – e principalmente – como o candidato age na entrevista.


Determinados candidatos aparecem nas entrevistas e o que se consegue ver em seus rostos são expressões como “preciso de um emprego urgente”, “por favor, preciso dessa vaga”, “por favor, não me elimine no processo” etc. Tais expressões só mostram ao entrevistador o quanto o candidato está despreparado e coloca o entrevistador em dúvida quanto à capacidade dessa pessoa de ser o que a empresa precisa e agregar algo ocupando o cargo oferecido.


A primeira coisa percebida é a insegurança do candidato que acaba por deixar clara sua autoconfiança. Isso já começa a ser notado quando o candidato fala sempre olhando para os lados e nunca em direção e nos olhos do entrevistador, quando ele gagueja ao falar de si mesmo e/ou falar de algum assunto sobre o qual não se informou ou não se preparou para a entrevista.


Ao se apresentar a uma entrevista, o candidato tem que mostrar todos os sinais de que ele é o profissional ideal para aquela, o mais qualificado, apresentar uma postura de vencedor. Ao falar com o entrevistador, além de prestar atenção aos seus movimentos corporais – fazer gestos com mãos e braços ao falar demonstra conhecimento e convicção; inclinar o corpo na direção do falante demonstra atenção ao que ele está falando etc. – deve haver convicção e segurança sobre tudo o que se fala, seja realizações, sejam desafios enfrentados, e, principalmente, não ter vergonha de dizer “não sei” e complementar com um “ainda” e “vou pesquisar”.


A pura verdade é que nenhuma empresa contrata por dó, mas sim por necessidade e ela não quer, de forma alguma, perder dinheiro com a contratação, isto é, contratar um funcionário que não atinja as expectativas e não agregue valor à empresa, por isso é importante mostrar que você é computador de última geração no mercado e que não será ou estará facilmente desatualizado e que o investimento da empresa só trará lucro.