Archive for the ‘Comunicação’ category

E a distância, é realmente por causa do outro?

April 19th, 2010

Muita gente sabe que o prefixo “pre” denota precedência, algo que vem antes. Poucos sabem que ele vem do latim “Prae”. Quase ninguém sabe que ele está contido em algumas das palavras que mais utilizamos, sem perceber, no nosso dia a dia profissional.

Preconceito, pré-julgamento e muitos “pres” infelizmente estão intrinsecamente ligados a alguns dos nossos atos profissionais que nos distanciam de certas pessoas.

Ainda não concorda? Pois bem, avalie no seu âmbito profissional se há alguém com quem você não conversa, não chega perto e, além de tudo, não gosta. Se sim, a pergunta é “por quê?”.

Muitas vezes, acabamos por não gostar e/ou duvidar do trabalho de uma pessoa com quem mal conversamos por questão de preconceito e/ou por um pré-julgamento. Consideramos o trabalho dessa pessoa ruim, não gostamos dela e acabamos por nos distanciar crentes de que o problema é ela.

Nem sempre! Em muitos casos, o problema está em nós mesmos. Nós é que nos distanciamos dos outros e julgamos ser a melhor coisa, já que não gostamos daquela pessoa e muito menos a conhecemos. Incrível isso, não? Como não gostar de alguém que sequer conhecemos? A resposta está aí! A distância é causada pelos nossos “pres” e a solução é tirarmos eles do nosso mundo profissional e nos aproximarmos, ampliarmos nossa rede de relacionamento e diminuirmos, dia a dia, a distância entre algumas pessoas em nosso ambiente de trabalho.

O prefixo “pré” é, de fato, algo que atrapalha as relações profissionais. Conhecer melhor alguém pode ser sinônimo de aprendizado. Aprendizado é sinônimo de crescimento, seja no trabalho, seja na vida pessoal. Por isso, pense bem antes de se permitir usar muitos “pres, eles podem antecipar o seu fracasso.

Comunicação em teste

February 10th, 2010

Fator preponderante dos muitos posts que publicamos aqui é que comunicação é importante. Saber falar bem, se expressar e alguns outros pontos que se não foram abordados em alguns posts, foram em outros ou ainda serão são os pontos de uma boa comunicação. Mas você ainda tem dúvida se a sua comunicação é boa? Uma ótima prova de colocar isso em teste é aproveitar o teste publicado no site da revista VOCÊ S/A sobre comunicação. O teste não expressa uma verdade universal sobre sua comunicação, mas pode ajudá-lo a enxergá-la melhor.

Para fazer o teste, clique aqui.  Depois nos conte o que achou!

Crítica: você está de que lado?

February 1st, 2010

Os dentes cerram e a mente funciona rapidamente, preparando as mais incríveis defesas. É praticamente o que se vê na maioria dos ambientes de trabalho quando alguém começa a fazer uma crítica ao trabalho de outrem.

O substantivo feminino “crítica” é definido pelo dicionário on-line Houaiss – em oitavo lugar e com a classificação de uso informal – como “ação ou efeito de depreciar, censurar; opinião desfavorável; censura, depreciação, condenação”, que, infelizmente, parece ser o primeiro significado da palavra adotado por muitas pessoas em ambientes profissionais quando é necessário avaliar o trabalho de alguém ou mesmo ajudar determinada pessoa com uma tarefa. Mas se o ambiente em questão é o profissional, no qual o comportamento deve ser formal, por que as pessoas continuam usando o “uso informal” da palavra e fazendo um desfavor a si próprio?

Um grande desfavor talvez seja o ponto principal, porque em se tratando de ambiente profissional, é preciso pensar em se destacar – claro! –, mas isso não se faz com esse tipo de “crítica”, pois o mais sensato e civilizado ainda é utilizar outro significado dado pelo Houaiss à palavra “crítica”: “exame racional, indiferente a preconceitos, convenções ou dogmas, tendo em vista algum juízo de valor”.

Examinar racionalmente um trabalho, sem preconceito, convenção ou dogma é o que realmente poderá trazer destaque, uma vez que isso mostra a capacidade de análise, percepção e vontade de ajudar a melhorar o que quer que tenha criticado na empresa. Sem falar na humanidade, caso se trate de alguma crítica a um amigo etc.

Não cerre mais os dentes. Sorria e escolha um lado!

Mais uma reputação

January 26th, 2010

Sem dúvida, tudo começa quando nascemos. Uma criança com “rosto de joelho”, mas que é a coisa mais linda e, como sempre, muito bem-vinda. Depois de um ou dois anos, a criança continua sendo linda e bem-vinda, mas começa a criar sua reputação: arteira, chorona, dengosa, quietinha, risonha, entre outros. Passados alguns anos, o adolescente é, em casa, comportado; na escola, indisciplinado, bagunceiro; entre os amigos, maneiro, descolado. E lá se vão mais alguns anos, o adolescente se torna adulto e, em casa, é responsável, trabalhador; na faculdade, esforçado; no trabalho, comprometido, inexperiente, molenga, etc., mas e na Internet?

Você já pensou em pesquisar seu nome no Google e ver a quais resultados chega? A qual tipo de conteúdo e/ou imagem o seu nome aparece relacionado? Já pensou em avaliar, do ponto de vista profissional, os seus perfis em redes sociais? Pois bem, algumas empresas fazem tudo isso e embora muitas pessoas não tenham percebido, esse “tudo isso” – pesquisas – mostra o que se chama de reputação on-line.

Pode-se dizer que a Internet, pelo menos para a empresa contratante, é feita de busca e, por isso, você será, literalmente, “buscado”. É a evolução. Indubitavelmente, algumas pessoas não vão precisar fazer isso porque não trabalham diretamente em áreas relacionadas a esse mundo virtual e não possuem o contato constante com a Internet e/ou o costume de publicar tudo o que querem e do jeito que querem no mundo web. Pode-se dizer que essas pessoas são mais cuidadosas talvez por terem crescido sem esse contato que os jovens que estão no mercado de trabalho hoje possuem com a Web, talvez por terem – às vezes, subconscientemente – ciência das vantagens e desvantagens da tal reputação on-line.

Criar uma reputação on-line tem muitos pontos positivos e pode ser de grande valia, mas não é tão simples. Segundo o artigo How to Save Your Online Reputation de Jon Bernstein, publicado no site www.bnet.com, para salvar sua reputação on-line é necessário seguir três passos: identificar e monitorar sua reputação on-line, concertar/corrigir sua reputação on-line e proteger sua reputação on-line. Mesmo que um tanto enérgico, o autor fornece boas dicas como, por exemplo, fazer buscas na blogosfera, mecanismos de busca, fóruns, redes sociais, microblogues etc., monitorar os mesmos lugares citados e não misturar negócios com diversão.

Na situação empresa X candidato, a reputação on-line pode significar tudo o que Jon Bernstein cita em seu artigo, mas pode não chegar a tanto e se ater a alguns pontos, tais como:

- Redes Sociais: perfil (o que está escrito); álbum de foto (que tipo de fotos são expostas, que tipo de imagem o candidato passa com determinadas fotos); comunidades relacionadas (a que tipo de assunto o candidato está relacionado, defende, tem interesse);

- Blogues: conteúdo (sobre o que escreve), grafia (se escreve certo);

- Fóruns: discussões (em que tipo de discussões está envolvido), pontos de vista (o que expõe nessas discussões) e, certamente, que tipo de fóruns frequenta;

- Google: nome (a que seu nome está relacionado, se isso é positivo ou negativo).

Ao se falar em perfil, fotos, conteúdo, entre outros, é bom ter em mente que fotos com nudez, embriaguez e coisas do gênero, erros de português, relação com comunidades que promovam racismo, uso de drogas etc. e muita coisa negativa relacionada a um nome não são um bom cartão de visita para quem procura saber quem é você on-line.

A modernidade traz a mudança/consequência e mais uma reputação com a qual precisamos lidar; reputação que pode fazer a diferença seja positiva, seja negativa.

Ah, e certamente o faz!

Seu nome pode ser sua marca

January 13th, 2010

É muito comum vermos nomes que parecem slogans e são facilmente lembrados. Veja, geralmente, cartões de visita, artista de televisão, consultores etc. Todos eles possuem nomes curtos, foneticamente agradáveis, fáceis de serem lembrados e – quem sabe – vendedores.


É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado e por isso nomes complicados e longos não são ideais no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja  no vídeo “Seu nome é sua marca” Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.


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É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado, por isso nomes complicados e longos não são ideias no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e pense avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.

Algumas perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

January 7th, 2010

Além de todo trabalho com currículo, vestes e comportamento, ainda temos sempre que nos atentar e nos preparar para algumas perguntas um tanto complicadas e não nos perdermos no momento de respondê-las. Vejam algumas perguntas mais comuns em entrevistas e uma possível forma de se sair bem nelas.


- Fale sobre você.

Isso não é bem uma pergunta, mas sempre nos pega desprevenido e pode ser uma catástrofe, por isso é bom ensaiar isso. O segredo é ser objetivo, se ater a dizer seu nome, idade, lugar onde mora e formação acadêmica/escolar (inclua cursos, especializações, eventos, mas de forma objetiva)


- Quais são seus pontos fracos e quais são seus pontos fortes?

Mais uma pergunta muito comum e que pode ser respondida como já se espera, isto é, o candidato deve ser comprometido, pró-ativo e responsável (lado positivo) e perfeccionista (lado negativo)


- Quais são seus objetivos a curto e a longo prazo?

Neste caso, a objetividade ainda é ideal. Uma boa resposta seria dizer que a curto prazo, você quer ser bom no cargo ao qual você está se candidatando e que a longo prazo se especializar no que está fazendo e crescer com a empresa.


- Por que saiu do último emprego? Você gostava da empresa?

Nunca fale mal da última empresa, do último cargo e do último gerente/chefe. Conte sobre o que você aprendeu na última empresa, as coisas boas e ao falar da saída da empresa, o ideal é falar que saiu porque está em busca de aprendizado, novos desafios, entrar na área de formação etc.


- O que você procura em um emprego?

Há várias respostas boas para este tipo de pergunta, contudo, o ideal é que a resposta dada ao entrevistador esteja dentro do que ele espera ouvir, como, por exemplo, responder que está procurando desenvolvimento profissional, que deseja participar e crescer com uma empresa e acha que essa empresa pode oferecer isso, que está procurando desafios e crescimento profissional e pessoal etc.


- Como surgiu o interesse pela vaga e pela empresa?

Este é o momento de mostrar que a lição de casa foi feita e que você conhece um pouco da empresa (pesquise no site institucional da empresa e por outros meios que encontrar) e que a vaga está na área que você deseja seguir e se aperfeiçoar. Caso a entrevista tenha sido marcada em cima da hora, seja honesto e diga que não teve tempo de pesquisar, mas mostre interesse pela vaga.


- Por que devemos contratá-lo?

O ideal é falar sobre pontos positivos que o entrevistador espera ouvir, como comprometimento, bom desempenho, que a empresa terá lucros com o seu trabalho e que você deseja crescer com a empresa. É essencial que isso seja sincero.


- O que você faz no seu tempo livre?

Por incrível que pareça, essa pergunta ainda é feita e, geralmente, o/a entrevistador(a) espera alguma resposta ligada às preocupações com o desenvolvimento pessoal e profissional e algo relacionado ao relacionamento interpessoal. Você precisa ser sincero, por isso, avalie se você dedica seu tempo livre a cursos e lazer, como você gere seu tempo, se passa algum tempo com a família etc.

Feliz Ano

January 1st, 2010

A Emprego na Mira .com.br deseja a todos um próspero ano novo com muito sucesso para todos.

Esta pessoa está aqui?

December 29th, 2009

Às vezes, nos preocupamos com as coisas mais complicadas em nossa língua a fim de não errar ao escrever algo que deixamos de lado o que julgamos ser mais simples e, infelizmente, acabamos errando. Um exemplo comum de erro simples é a confusão entre “esta” e “está”. Raramente, lidamos com esse tipo de gafe na fala, ela acontece com muito mais frequência na escrita.

ESTA é um pronome demonstrativo feminino. Ele é usado para se referir a algo como objeto, pessoa etc. Ainda assim, a falha na escrita acaba ocorrendo ao observarmos exemplos como “Está é minha prima”, “Está cadeira é enorme”, sendo que a grafia correta é “Esta é minha prima” e “Esta cadeira é enorme”, respectivamente.

ESTÁ é a flexão do verbo estar na terceira pessoa do presente do indicativo. Esse verbo é usado para indicar estado. Sua grafia sem o acento – como pronome demonstrativo – é mais comum do que o contrário, como demonstrado acima. Vê-se muito “Quem esta aí?”, “Joana esta estudando” etc., sendo que a grafia correta é “Quem está aí?” e “Joana está estudando”, respectivamente.

A diferença imposta por um acento gráfico acaba fazendo toda a diferença! Atente-se também aos pequenos detalhes das coisas que julgamos ser simples, porque elas podem não o ser e nos pregar uma boa peça!

Feliz Natal

December 25th, 2009

A Emprego Na Mira .com.br deseja a todos um Feliz Natal, com muito amor, paz, alegria e novas oportunidades de emprego!

As entrevistas pessoais e os erros – Parte I

December 14th, 2009

Parte 1: Vestes e modos

Mesmo em tempos de “Geisys”, é importante enfatizar e alertar alguns candidatos sobre o vestuário adequado e, também, modos em uma entrevista de emprego.
Ao chegar a uma entrevista, a primeira coisa que o empregador notará será sua aparência – não tenha dúvidas! –, por isso é ponto crucial entender que ir a uma entrevista de emprego é, primeiramente, ir bem arrumado.


Mas o que é estar bem arrumado para uma entrevista de emprego?


Embora o traje social seja o mais indicado, atualmente, podem existir algumas ofertas de emprego cujos entrevistadores não esperam que seus candidatos apareçam engomados, tais como lojas de surf, mas sim um candidato bem arrumado e com a “cara” do negócio. Então, a primeira dica é: pesquise tudo o que você puder sobre a empresa antes de ir à entrevista pessoal para tentar entender o que a empresa espera do candidato. O traje social ou o dito “esporte fino” são sempre os mais indicados.

Já sabendo como se arrumar para uma entrevista, é o momento de pensar nos modos, que vão além das coisas mais básicas, como o modo de sentar, de encostar o cotovelo onde não deve, de mascar chiclete na entrevista. Os modos – também possível chamar de ações – representam, também, a ação corporal voluntária ou não do candidato, por isso tome cuidado com o seguinte:


Repetição de gestos: bater pés, mãos, caneta no caderno e olhar incessantemente para a porta ou relógio certamente passa a impressão de que o candidato está incomodado e quer sair daquele lugar o quanto antes, além de, indubitavelmente, mostrar que o candidato está inseguro. Evite fazer isso!

Braços cruzados: muitos falam que manter os braços cruzados aparenta não estar aberto para aquela situação que está presenciando (uma palestra, reunião etc.), passando, assim, uma impressão de defesa e desconforto, por isso, evite cruzar os braços demais, em qualquer situação.


Podem surgir outras mil maneiras inadequadas de se portar em uma entrevista, mas, geralmente, esses dois gestos são os mais comuns, por isso, mesmo sendo difícil controlar a expressão corporal, preste atenção nisso em uma entrevista, além, é claro, de tentar ir “bem vestido” e não errar no “por favor”, “obrigado” e “com licença”. Ah, esqueça também o chiclete, o cotovelo sobre a mesa do entrevistador e afins.