Archive for the ‘Marketing Pessoal’ category

7 pecados no trabalho

March 15th, 2010

Se no passado as empresas procuravam ter um funcionário que falasse bem outro idioma, no presente, ao que parece, essa realidade mudou. É importante falar outro idioma? Sim, com certeza! Isso melhora tanto a sua vida profissional quanto pessoal, sem sombra de dúvidas. Mas não se pode ignorar a realidade atual: a importância de falar e escrever bem a própria língua.

As empresas começaram a se preocupar com isso ao notar os problemas que a falta de uma boa comunicação oral e escrita acabam causando. Muitas dicas já foram aqui dadas sobre esse assunto e, como achamos importante – e muito válido –, indicamos aqui a leitura do artigo publicado em fevereiro pela revista Língua Portuguesa. O nome dele é “7 pecados no trabalho” e, resumidamente, classifica esses 7 pecados corporativos como:

  • O emprego equivocado dos verbos “haver” e “fazer”, como, por exemplo, “Houveram fatos inusitados na reunião” X “Houve fatos inusitados na reunião” (p. 30-31).
  • Os problemas com o emprego da crase, deixando uma dica boa para se memorizar e tentar usar quando estiver na dúvida se em determinada situação é possível empregar a crase, que é “Se vou a e volto da, crase há” / “Se vou a e volto de, crase pra quê?” (p. 30)
  • Planejamento do que será escrito: pensar sempre em ter os objetivos dessa comunicação claros; pensar em quem vai ouvir o que você tem a dizer, ou em quem vai ler o que você escreveu; pensar em economia expressiva e escrever parágrafos curtos, entre outras coisas; evitar a repetição de palavras e sempre revisar o texto.
  • Intensificar a leitura, isto é, ler com frequência: jornais, revistas, livros; o importante é ler e sempre que aparecer uma palavra desconhecida, procurá-la no dicionário e arriscar-se a escrever algumas frases com essa palavra, pois assim é possível realmente aprendê-la e torná-la parte do seu vocabulário.
  • Concordância completa: os muitos erros cometidos quando começamos a escrever uma frase usando primeiramente o verbo como, por exemplo, “Aconteceu muitos casos…” (p. 32).
  • Conjugação de verbos irregulares, ou seja, os problemas enfrentados com determinados tipos de verbos e que causam problemas como, por exemplo, o verbo “ver”, com o clássico, “se eu o ver…”, quando o correto é “se eu o vir…”, entre outros verbos citados.
  • Tropeços na pontuação, isto é, frases muito longas sem pontuação, vírgulas que separam o sujeito etc.

São dúvidas que fazem a diferença, principalmente quando esclarecidas e “tiradas”.

Clique aqui para ver a matéria.

Começando em um novo emprego

March 2nd, 2010

Zona Desconhecida

Depois de passar por um processo seletivo, preparar um monte de documentos para admissão e ainda parar para pedir demissão na empresa anterior e se despedir dos amigos, a gente para e começa a pensar na próxima segunda-feira. Geralmente, nesta próxima segunda-feira você tem uma nova família, e como isso vem a insegurança. O que naturalmente vêm à mente é “Será que vão gostar de mim?”, “Será que vou me adaptar?”, “Será que vou conseguir executar meus planos?”

Não demora muito a passar e, então, chega a tão esperada – ou temida? – segunda-feira. Você toma outro caminho, outro destino e o que o acompanha é o – ao que parece – parceiro desses momentos: frio na barriga. Esse frio na barriga começa a ficar cada vez mais forte e, inevitavelmente, você se pega a pensar e se perguntar “Por que estou aqui? Eu até poderia continuar na outra empresa, era tão mais fácil, eu sabia tudo o que eu fazia e fazia tudo aquilo de olhos fechados”. Notamos que esse frio na barriga nada mais é do que a incerteza que acaba por nos deixar mais nervosos.

Mas em algum instante – ou em algum momento da vida – a resposta vem à tona: você poderia sim estar lá, mas o conforto já incomodava, a zona de conforto já não era mais suficiente para lhe dar conforto e por isso você acabou indo para uma zona desconhecida, com algo que poderá lhe por à prova. E isso é bom?

Sim, sempre que nos colocamos fora da nossa zona de conforto significa que estamos evoluindo. No casso de um novo emprego, você está evoluindo em sua carreira profissional e notará isso quando, quase que consecutivamente, surgir novas responsabilidades, novas vontades, novas provas, novo salários, novo cargo etc. Em um novo ambiente de trabalho, haverá a necessidade de conhecer mais sobre as rotinas do novo lugar, enfrentar novos problemas, se adaptar, e isso muitas vezes significa ter um motivo para lutar e continuar a viver, não estagnar. E o melhor: você acumulará mais experiência, qualificação, sabedoria e, quem sabe, chegará o dia em que será necessário passar para mais outra zona, uma zona de desconforto, porque tudo muda o tempo inteiro, tudo evolui e nada mais justo que evoluirmos junto.

Crítica: você está de que lado?

February 1st, 2010

Os dentes cerram e a mente funciona rapidamente, preparando as mais incríveis defesas. É praticamente o que se vê na maioria dos ambientes de trabalho quando alguém começa a fazer uma crítica ao trabalho de outrem.

O substantivo feminino “crítica” é definido pelo dicionário on-line Houaiss – em oitavo lugar e com a classificação de uso informal – como “ação ou efeito de depreciar, censurar; opinião desfavorável; censura, depreciação, condenação”, que, infelizmente, parece ser o primeiro significado da palavra adotado por muitas pessoas em ambientes profissionais quando é necessário avaliar o trabalho de alguém ou mesmo ajudar determinada pessoa com uma tarefa. Mas se o ambiente em questão é o profissional, no qual o comportamento deve ser formal, por que as pessoas continuam usando o “uso informal” da palavra e fazendo um desfavor a si próprio?

Um grande desfavor talvez seja o ponto principal, porque em se tratando de ambiente profissional, é preciso pensar em se destacar – claro! –, mas isso não se faz com esse tipo de “crítica”, pois o mais sensato e civilizado ainda é utilizar outro significado dado pelo Houaiss à palavra “crítica”: “exame racional, indiferente a preconceitos, convenções ou dogmas, tendo em vista algum juízo de valor”.

Examinar racionalmente um trabalho, sem preconceito, convenção ou dogma é o que realmente poderá trazer destaque, uma vez que isso mostra a capacidade de análise, percepção e vontade de ajudar a melhorar o que quer que tenha criticado na empresa. Sem falar na humanidade, caso se trate de alguma crítica a um amigo etc.

Não cerre mais os dentes. Sorria e escolha um lado!

Mais uma reputação

January 26th, 2010

Sem dúvida, tudo começa quando nascemos. Uma criança com “rosto de joelho”, mas que é a coisa mais linda e, como sempre, muito bem-vinda. Depois de um ou dois anos, a criança continua sendo linda e bem-vinda, mas começa a criar sua reputação: arteira, chorona, dengosa, quietinha, risonha, entre outros. Passados alguns anos, o adolescente é, em casa, comportado; na escola, indisciplinado, bagunceiro; entre os amigos, maneiro, descolado. E lá se vão mais alguns anos, o adolescente se torna adulto e, em casa, é responsável, trabalhador; na faculdade, esforçado; no trabalho, comprometido, inexperiente, molenga, etc., mas e na Internet?

Você já pensou em pesquisar seu nome no Google e ver a quais resultados chega? A qual tipo de conteúdo e/ou imagem o seu nome aparece relacionado? Já pensou em avaliar, do ponto de vista profissional, os seus perfis em redes sociais? Pois bem, algumas empresas fazem tudo isso e embora muitas pessoas não tenham percebido, esse “tudo isso” – pesquisas – mostra o que se chama de reputação on-line.

Pode-se dizer que a Internet, pelo menos para a empresa contratante, é feita de busca e, por isso, você será, literalmente, “buscado”. É a evolução. Indubitavelmente, algumas pessoas não vão precisar fazer isso porque não trabalham diretamente em áreas relacionadas a esse mundo virtual e não possuem o contato constante com a Internet e/ou o costume de publicar tudo o que querem e do jeito que querem no mundo web. Pode-se dizer que essas pessoas são mais cuidadosas talvez por terem crescido sem esse contato que os jovens que estão no mercado de trabalho hoje possuem com a Web, talvez por terem – às vezes, subconscientemente – ciência das vantagens e desvantagens da tal reputação on-line.

Criar uma reputação on-line tem muitos pontos positivos e pode ser de grande valia, mas não é tão simples. Segundo o artigo How to Save Your Online Reputation de Jon Bernstein, publicado no site www.bnet.com, para salvar sua reputação on-line é necessário seguir três passos: identificar e monitorar sua reputação on-line, concertar/corrigir sua reputação on-line e proteger sua reputação on-line. Mesmo que um tanto enérgico, o autor fornece boas dicas como, por exemplo, fazer buscas na blogosfera, mecanismos de busca, fóruns, redes sociais, microblogues etc., monitorar os mesmos lugares citados e não misturar negócios com diversão.

Na situação empresa X candidato, a reputação on-line pode significar tudo o que Jon Bernstein cita em seu artigo, mas pode não chegar a tanto e se ater a alguns pontos, tais como:

- Redes Sociais: perfil (o que está escrito); álbum de foto (que tipo de fotos são expostas, que tipo de imagem o candidato passa com determinadas fotos); comunidades relacionadas (a que tipo de assunto o candidato está relacionado, defende, tem interesse);

- Blogues: conteúdo (sobre o que escreve), grafia (se escreve certo);

- Fóruns: discussões (em que tipo de discussões está envolvido), pontos de vista (o que expõe nessas discussões) e, certamente, que tipo de fóruns frequenta;

- Google: nome (a que seu nome está relacionado, se isso é positivo ou negativo).

Ao se falar em perfil, fotos, conteúdo, entre outros, é bom ter em mente que fotos com nudez, embriaguez e coisas do gênero, erros de português, relação com comunidades que promovam racismo, uso de drogas etc. e muita coisa negativa relacionada a um nome não são um bom cartão de visita para quem procura saber quem é você on-line.

A modernidade traz a mudança/consequência e mais uma reputação com a qual precisamos lidar; reputação que pode fazer a diferença seja positiva, seja negativa.

Ah, e certamente o faz!

Marketing Pessoal

January 22nd, 2010

Todo mundo quer ser alguém de sucesso no âmbito profissional; almeja promoções, se especializa, estuda e trabalha para que isso aconteça. Mas todo esse empenho pode não ser suficiente se não for dada a devida atenção ao Marketing Pessoal.

Podemos dizer que a visão do mercado de trabalho está mais apurada, isto é, os aspectos que antes achávamos ser secundários, hoje estão praticamente no mesmo patamar de alguns requisitos que julgávamos primário para o sucesso: conhecimento, trabalho, comunicação e especialização. Prova disso são algumas perguntas que nos fazemos, como “Por que meu colega de trabalho foi promovido ou alcançou mais sucesso profissional e/ou pessoal do que eu sendo uma pessoa menos preparada, menos experiente etc.?”. A resposta pode estar justamente no Marketing Pessoal.

O Marketing – pessoal ou não – não é mais algo visto como ferramenta de falsidade, política, individual etc., ao contrário, o Marketing Pessoal pode ser definido como uma prática individual para o crescimento pessoal e profissional por meio da visibilidade das habilidades e competências – entre outros – exibidas pelo indivíduo e reconhecidas e aceitas pelos outros.

Alguns elementos fundamentais do Marketing Pessoal são:

Comunicação interpessoal;

  • Trabalho de imagem;
  • Bom posicionamento emocional;
  • Criação de Rede de Relacionamento (networking);
  • Pró-atividade;

Já pensou em quebrar os paradigmas e colocar isso no seu planejamento deste ano?

A matéria exibida no Fantástico e apresentada pelo Max Gehringer revela os mandamentos do marketing pessoal no âmbito profissional. Clique aqui para assistir ao vídeo.

O seu português, como vai?

January 18th, 2010

É extremamente comum ouvir em entrevistas de emprego a pergunta “você tem inglês/espanhol fluente?”. Mas, alguma vez, você já ouviu a pergunta “você tem português fluente?”. Se ainda não ouviu, tenha certeza de que esse dia não tardará.

Quando o assunto é a fala do nosso próprio idioma, o mais comum é aceitarmos que todos nós falamos e entendemos bem o português e, consequentemente, o escrevemos bem. Ainda que segundo muitos linguistas, o importante seja estabelecer uma comunicação, as empresas e o mercado de trabalho não aceitam mais isso, porque a comunicação pode até ser estabelecida, mas não gera lucro, mas sim prejuízo.

A imagem da empresa é – e muito – afetada negativamente pelas mensagens de e-mails escritas com erros de português que são enviadas aos clientes finais e parceiros, pelas mensagens truncadas que muitas vezes são enviadas, pela falta de domínio da linguagem de alguém extremamente inteligente na sua área, mas que não soube/sabe se expressar coerentemente em uma apresentação de produto etc. aos possíveis clientes/parceiros (também chamados de “prospectos”).  Tudo isso é o prejuízo desastroso da falta de fluência na própria língua.

A própria língua, a língua materna, o vernáculo se tornou essencial nas entrevistas, pois ainda é por meio de uma redação e/ou entrevista oral que o entrevistador consegue identificar se a capacidade de expressão do candidato é boa ou não para a vaga a qual ele está concorrendo, pois mesmo que muitas empresas estejam começando a contratar consultorias para fazer o trabalho de melhora da comunicação escrita e falada no vernáculo internamente, elas desejam contratar candidatos que não precisem passar por esse tipo de treinamento.

Estar ou não empregado pode não depender de uma capacidade de retórica de alguns políticos, mas com certeza dependerá de uma boa eloquência, capacidade de raciocínio coerente e expressão disso na sua própria língua.

E a sua imagem?

January 15th, 2010

Nessa selva que é o mercado de trabalho, muita gente mais do que competente acaba deixando de lado o trabalho de imagem e/ou achando-o totalmente desnecessário, pois pensam que o conhecimento é só o que interessa. Essa ideia acaba, por vezes, deixando as pessoas passarem uma imagem contrária a que desejariam e impactando desfavoravelmente sua carreira e, por consequência, seu sucesso.

Podemos dizer que o trabalho de imagem é caracterizado por:

- aparência: roupa muito casual – ou mesmo chamativa – pode passar uma imagem de desleixo, rebeldia ou inconsequência e despreocupação com o emprego; o cabelo não cuidado e barba e bigode para fazer podem passar a mesma imagem supracitada e também a de falta de higiene pessoal;

Ao pensar em aparência, verifique e peça opiniões sobre o que você está vestindo, mas pense principalmente em limpeza, tamanho adequado, discrição e moda .

- comportamento: falta das maneiras básicas de educação, como o “por favor”, “com licença” etc., mostra , no mínimo, que o candidato não está preparado para lidar com os outros; comunicação excessiva com os colegas de trabalho, acesso a e-mails pessoais, redes sociais e qualquer cuidado demasiado com a vida pessoal no ambiente de trabalho passa a imagem de que o indivíduo não está preocupado e/ou comprometido com o trabalho, por conseguinte, desnecessário naquele local.

Ao pensar em comportamento, pense que você está sendo vigiado o tempo inteiro e que embora você passe mais de 40 horas semanais no ambiente de trabalho, ele ainda não é a sua casa, por isso, passe pouco tempo resolvendo assuntos particulares e/ou conversando sobre esses assuntos com os amigos e seja educado, independente da situação.

Pode ser que o conhecimento seja realmente algo que interessa muito, mas a primeira imagem é a que fica, não é?

Seu nome pode ser sua marca

January 13th, 2010

É muito comum vermos nomes que parecem slogans e são facilmente lembrados. Veja, geralmente, cartões de visita, artista de televisão, consultores etc. Todos eles possuem nomes curtos, foneticamente agradáveis, fáceis de serem lembrados e – quem sabe – vendedores.


É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado e por isso nomes complicados e longos não são ideais no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja  no vídeo “Seu nome é sua marca” Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.


omum vermos nomes que parecem slogans e são facilmente lembrados. Veja, geralmente, cartões de visita, artista de televisão, consultores etc. Todos eles possuem nomes curtos, foneticamente agradáveis, fáceis de serem lembrados e – quem sabe – vendedores.

É isso mesmo, o nome é algo essencial e que pode ser sua marca, pois é por meio dele que você será lembrado, por isso nomes complicados e longos não são ideias no mundo corporativo e em tantos outros. Pense no seu nome, veja se ele está com um som agradável, se está curto e é de fácil memorização. Se não for, pense no seu nome e sobrenome e veja o qual a melhor combinação para que você assine-o em cartões de visita, publicações, páginas na Internet etc. Veja Adriane Werner falando da importância de escolher um bom nome profissional no vídeo abaixo e pense avalie se o nome que você coloca nos seus cartões de visita, assinaturas de e-mail, blogs, entre outros, está ideal.