Archive for the ‘Oportunidades’ category

Começando em um novo emprego

March 2nd, 2010

Zona Desconhecida

Depois de passar por um processo seletivo, preparar um monte de documentos para admissão e ainda parar para pedir demissão na empresa anterior e se despedir dos amigos, a gente para e começa a pensar na próxima segunda-feira. Geralmente, nesta próxima segunda-feira você tem uma nova família, e como isso vem a insegurança. O que naturalmente vêm à mente é “Será que vão gostar de mim?”, “Será que vou me adaptar?”, “Será que vou conseguir executar meus planos?”

Não demora muito a passar e, então, chega a tão esperada – ou temida? – segunda-feira. Você toma outro caminho, outro destino e o que o acompanha é o – ao que parece – parceiro desses momentos: frio na barriga. Esse frio na barriga começa a ficar cada vez mais forte e, inevitavelmente, você se pega a pensar e se perguntar “Por que estou aqui? Eu até poderia continuar na outra empresa, era tão mais fácil, eu sabia tudo o que eu fazia e fazia tudo aquilo de olhos fechados”. Notamos que esse frio na barriga nada mais é do que a incerteza que acaba por nos deixar mais nervosos.

Mas em algum instante – ou em algum momento da vida – a resposta vem à tona: você poderia sim estar lá, mas o conforto já incomodava, a zona de conforto já não era mais suficiente para lhe dar conforto e por isso você acabou indo para uma zona desconhecida, com algo que poderá lhe por à prova. E isso é bom?

Sim, sempre que nos colocamos fora da nossa zona de conforto significa que estamos evoluindo. No casso de um novo emprego, você está evoluindo em sua carreira profissional e notará isso quando, quase que consecutivamente, surgir novas responsabilidades, novas vontades, novas provas, novo salários, novo cargo etc. Em um novo ambiente de trabalho, haverá a necessidade de conhecer mais sobre as rotinas do novo lugar, enfrentar novos problemas, se adaptar, e isso muitas vezes significa ter um motivo para lutar e continuar a viver, não estagnar. E o melhor: você acumulará mais experiência, qualificação, sabedoria e, quem sabe, chegará o dia em que será necessário passar para mais outra zona, uma zona de desconforto, porque tudo muda o tempo inteiro, tudo evolui e nada mais justo que evoluirmos junto.

E a geração Y…

January 11th, 2010

É inegável que o mundo evoluiu e que o ser humano passou por muitas mudanças e continua nesse processo. Aconteceu a mesma coisa com o mercado de trabalho. As gerações mudaram e muitos dos ingressantes no mercado atual são as pessoas da famosa Geração Y.

Depois dos Tradicionais (até 1945), dos Baby-boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1977), as empresas precisam entender um pouco mais da Geração Y. Os integrantes dessa geração nasceram entre 1978 e 1990 (aproximadamente) e cresceram com TV, computador, vídeo-game e comunicação rápida o tempo inteiro. Se as gerações anteriores precisaram ler os manuais, escrever cartas, falar ao telefone, a Geração Y escreve no Twitter, Facebook, entre outros, deixa o manual de lado e aprende mexendo – às vezes, parece que nem precisam mexer, veem o equipamento e pronto, praticamente um dèja vu.

Para esses jovens de 20 e poucos anos que cresceram em meio à informação e, aparentemente, à ruptura familiar, a palavra-chave é liberdade, seja na empresa, seja na própria casa. Eles são muito “auto” e muito capazes! Ainda que o “auto” possa ser considerado egocentrismo, superficialidade ou “abuso” mesmo, esses candidatos são pessoas que fazem diferença hoje no mercado de trabalho porque são bem preparados técnico e academicamente e buscam sempre o sucesso e aperfeiçoamento; buscam o aprendizado. E quando deixam de aprender com um cargo, se cansam – claro! – e saem da empresa, procuram uma oportunidade melhor porque sentem que estão perdendo tempo na empresa atual. Os candidatos da Geração Y gostam de coisas rápidas, de fazer sucesso o quanto antes, além de flexibilidade. São pessoas que fazem sucesso rápido e estão dominando o mercado porque perguntam muito e não têm medo de arriscar. A empresa que possui esses funcionários precisa entender o que pode aproveitar e como pode aproveitar essa geração, pois eles podem – e fazem – a diferença e o sucesso. Aliás, já não dizem por aí que “são as perguntas que movem o mundo”?

As entrevistas pessoais e os erros – Parte I

December 14th, 2009

Parte 1: Vestes e modos

Mesmo em tempos de “Geisys”, é importante enfatizar e alertar alguns candidatos sobre o vestuário adequado e, também, modos em uma entrevista de emprego.
Ao chegar a uma entrevista, a primeira coisa que o empregador notará será sua aparência – não tenha dúvidas! –, por isso é ponto crucial entender que ir a uma entrevista de emprego é, primeiramente, ir bem arrumado.


Mas o que é estar bem arrumado para uma entrevista de emprego?


Embora o traje social seja o mais indicado, atualmente, podem existir algumas ofertas de emprego cujos entrevistadores não esperam que seus candidatos apareçam engomados, tais como lojas de surf, mas sim um candidato bem arrumado e com a “cara” do negócio. Então, a primeira dica é: pesquise tudo o que você puder sobre a empresa antes de ir à entrevista pessoal para tentar entender o que a empresa espera do candidato. O traje social ou o dito “esporte fino” são sempre os mais indicados.

Já sabendo como se arrumar para uma entrevista, é o momento de pensar nos modos, que vão além das coisas mais básicas, como o modo de sentar, de encostar o cotovelo onde não deve, de mascar chiclete na entrevista. Os modos – também possível chamar de ações – representam, também, a ação corporal voluntária ou não do candidato, por isso tome cuidado com o seguinte:


Repetição de gestos: bater pés, mãos, caneta no caderno e olhar incessantemente para a porta ou relógio certamente passa a impressão de que o candidato está incomodado e quer sair daquele lugar o quanto antes, além de, indubitavelmente, mostrar que o candidato está inseguro. Evite fazer isso!

Braços cruzados: muitos falam que manter os braços cruzados aparenta não estar aberto para aquela situação que está presenciando (uma palestra, reunião etc.), passando, assim, uma impressão de defesa e desconforto, por isso, evite cruzar os braços demais, em qualquer situação.


Podem surgir outras mil maneiras inadequadas de se portar em uma entrevista, mas, geralmente, esses dois gestos são os mais comuns, por isso, mesmo sendo difícil controlar a expressão corporal, preste atenção nisso em uma entrevista, além, é claro, de tentar ir “bem vestido” e não errar no “por favor”, “obrigado” e “com licença”. Ah, esqueça também o chiclete, o cotovelo sobre a mesa do entrevistador e afins.