Você e as dívidas

February 12th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos No comments »

Infelizmente, nem todos nós somos tão controlados quanto gostaríamos de ser. Às vezes, gastamos o que temos e o que não temos. Outras vezes, economizamos, investimos, somos controlados. Cada um possui um perfil quando o assunto é dívida. Você sabe qual é o seu perfil quando lida com dívidas. Se ainda não sabe, uma ótima dica é descobrir em que estágio você se encontra e tentar melhorar e, mais uma vez, a revista VOCÊ S/A o ajuda a descobrir com um teste elaborado pela psicóloga Márcia Tolotti e publicado no site da revista.

Para fazer o teste, clique aqui. Depois nos conte o que achou!

Comunicação em teste

February 10th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos 3 comments »

Fator preponderante dos muitos posts que publicamos aqui é que comunicação é importante. Saber falar bem, se expressar e alguns outros pontos que se não foram abordados em alguns posts, foram em outros ou ainda serão são os pontos de uma boa comunicação. Mas você ainda tem dúvida se a sua comunicação é boa? Uma ótima prova de colocar isso em teste é aproveitar o teste publicado no site da revista VOCÊ S/A sobre comunicação. O teste não expressa uma verdade universal sobre sua comunicação, mas pode ajudá-lo a enxergá-la melhor.

Para fazer o teste, clique aqui.  Depois nos conte o que achou!

Você já se viu como um líder?

February 8th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos No comments »

Com certeza, em algum momento, você já ou viu falar em liderança. Mas alguma vez em sua carreira profissional você já se perguntou se é um líder? Pois bem, muitas pessoas são líderes natos ou mesmo desenvolvem isso, e ser visto como líder é um ponto positivo quando se almeja um cargo de gerência em uma empresa.

A revista VOCÊ S/A lançou em seu site um teste para que você descubra se tem ou não esse perfil de liderança. O teste é composto por 7 perguntas que geram uma pontuação. Por essa pontuação é possível verificar o resultado e saber se, de acordo com suas respostas, você tem perfil de líder.

Para fazer o teste, clique aqui e vá para o site da revista Você S/A. Depois nos conte o que achou!

Crítica: você está de que lado?

February 1st, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos 2 comments »

Os dentes cerram e a mente funciona rapidamente, preparando as mais incríveis defesas. É praticamente o que se vê na maioria dos ambientes de trabalho quando alguém começa a fazer uma crítica ao trabalho de outrem.

O substantivo feminino “crítica” é definido pelo dicionário on-line Houaiss – em oitavo lugar e com a classificação de uso informal – como “ação ou efeito de depreciar, censurar; opinião desfavorável; censura, depreciação, condenação”, que, infelizmente, parece ser o primeiro significado da palavra adotado por muitas pessoas em ambientes profissionais quando é necessário avaliar o trabalho de alguém ou mesmo ajudar determinada pessoa com uma tarefa. Mas se o ambiente em questão é o profissional, no qual o comportamento deve ser formal, por que as pessoas continuam usando o “uso informal” da palavra e fazendo um desfavor a si próprio?

Um grande desfavor talvez seja o ponto principal, porque em se tratando de ambiente profissional, é preciso pensar em se destacar – claro! –, mas isso não se faz com esse tipo de “crítica”, pois o mais sensato e civilizado ainda é utilizar outro significado dado pelo Houaiss à palavra “crítica”: “exame racional, indiferente a preconceitos, convenções ou dogmas, tendo em vista algum juízo de valor”.

Examinar racionalmente um trabalho, sem preconceito, convenção ou dogma é o que realmente poderá trazer destaque, uma vez que isso mostra a capacidade de análise, percepção e vontade de ajudar a melhorar o que quer que tenha criticado na empresa. Sem falar na humanidade, caso se trate de alguma crítica a um amigo etc.

Não cerre mais os dentes. Sorria e escolha um lado!

Mais uma reputação

January 26th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos No comments »

Sem dúvida, tudo começa quando nascemos. Uma criança com “rosto de joelho”, mas que é a coisa mais linda e, como sempre, muito bem-vinda. Depois de um ou dois anos, a criança continua sendo linda e bem-vinda, mas começa a criar sua reputação: arteira, chorona, dengosa, quietinha, risonha, entre outros. Passados alguns anos, o adolescente é, em casa, comportado; na escola, indisciplinado, bagunceiro; entre os amigos, maneiro, descolado. E lá se vão mais alguns anos, o adolescente se torna adulto e, em casa, é responsável, trabalhador; na faculdade, esforçado; no trabalho, comprometido, inexperiente, molenga, etc., mas e na Internet?

Você já pensou em pesquisar seu nome no Google e ver a quais resultados chega? A qual tipo de conteúdo e/ou imagem o seu nome aparece relacionado? Já pensou em avaliar, do ponto de vista profissional, os seus perfis em redes sociais? Pois bem, algumas empresas fazem tudo isso e embora muitas pessoas não tenham percebido, esse “tudo isso” – pesquisas – mostra o que se chama de reputação on-line.

Pode-se dizer que a Internet, pelo menos para a empresa contratante, é feita de busca e, por isso, você será, literalmente, “buscado”. É a evolução. Indubitavelmente, algumas pessoas não vão precisar fazer isso porque não trabalham diretamente em áreas relacionadas a esse mundo virtual e não possuem o contato constante com a Internet e/ou o costume de publicar tudo o que querem e do jeito que querem no mundo web. Pode-se dizer que essas pessoas são mais cuidadosas talvez por terem crescido sem esse contato que os jovens que estão no mercado de trabalho hoje possuem com a Web, talvez por terem – às vezes, subconscientemente – ciência das vantagens e desvantagens da tal reputação on-line.

Criar uma reputação on-line tem muitos pontos positivos e pode ser de grande valia, mas não é tão simples. Segundo o artigo How to Save Your Online Reputation de Jon Bernstein, publicado no site www.bnet.com, para salvar sua reputação on-line é necessário seguir três passos: identificar e monitorar sua reputação on-line, concertar/corrigir sua reputação on-line e proteger sua reputação on-line. Mesmo que um tanto enérgico, o autor fornece boas dicas como, por exemplo, fazer buscas na blogosfera, mecanismos de busca, fóruns, redes sociais, microblogues etc., monitorar os mesmos lugares citados e não misturar negócios com diversão.

Na situação empresa X candidato, a reputação on-line pode significar tudo o que Jon Bernstein cita em seu artigo, mas pode não chegar a tanto e se ater a alguns pontos, tais como:

- Redes Sociais: perfil (o que está escrito); álbum de foto (que tipo de fotos são expostas, que tipo de imagem o candidato passa com determinadas fotos); comunidades relacionadas (a que tipo de assunto o candidato está relacionado, defende, tem interesse);

- Blogues: conteúdo (sobre o que escreve), grafia (se escreve certo);

- Fóruns: discussões (em que tipo de discussões está envolvido), pontos de vista (o que expõe nessas discussões) e, certamente, que tipo de fóruns frequenta;

- Google: nome (a que seu nome está relacionado, se isso é positivo ou negativo).

Ao se falar em perfil, fotos, conteúdo, entre outros, é bom ter em mente que fotos com nudez, embriaguez e coisas do gênero, erros de português, relação com comunidades que promovam racismo, uso de drogas etc. e muita coisa negativa relacionada a um nome não são um bom cartão de visita para quem procura saber quem é você on-line.

A modernidade traz a mudança/consequência e mais uma reputação com a qual precisamos lidar; reputação que pode fazer a diferença seja positiva, seja negativa.

Ah, e certamente o faz!

O período de inscrições para o concurso SEE- SP começa amanhã

January 26th, 2010 by breno.oliveira No comments »

O concurso SEE SP estará abrindo cerca de oitenta mil vagas para os cargos de professores estaduais. Este projeto ainda está sendo feito, mas todos os profissionais da área já estão animados para conseguir mudar a sua situação financeira com os salários que podem ser oferecidos.

As inscrições começam  no dia 27/1/2010.

Para maiores informações acesse: http://www.concursosfcc.com.br/concursos/sedsp209/index.html

Marketing Pessoal

January 22nd, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos 2 comments »

Todo mundo quer ser alguém de sucesso no âmbito profissional; almeja promoções, se especializa, estuda e trabalha para que isso aconteça. Mas todo esse empenho pode não ser suficiente se não for dada a devida atenção ao Marketing Pessoal.

Podemos dizer que a visão do mercado de trabalho está mais apurada, isto é, os aspectos que antes achávamos ser secundários, hoje estão praticamente no mesmo patamar de alguns requisitos que julgávamos primário para o sucesso: conhecimento, trabalho, comunicação e especialização. Prova disso são algumas perguntas que nos fazemos, como “Por que meu colega de trabalho foi promovido ou alcançou mais sucesso profissional e/ou pessoal do que eu sendo uma pessoa menos preparada, menos experiente etc.?”. A resposta pode estar justamente no Marketing Pessoal.

O Marketing – pessoal ou não – não é mais algo visto como ferramenta de falsidade, política, individual etc., ao contrário, o Marketing Pessoal pode ser definido como uma prática individual para o crescimento pessoal e profissional por meio da visibilidade das habilidades e competências – entre outros – exibidas pelo indivíduo e reconhecidas e aceitas pelos outros.

Alguns elementos fundamentais do Marketing Pessoal são:

Comunicação interpessoal;

  • Trabalho de imagem;
  • Bom posicionamento emocional;
  • Criação de Rede de Relacionamento (networking);
  • Pró-atividade;

Já pensou em quebrar os paradigmas e colocar isso no seu planejamento deste ano?

A matéria exibida no Fantástico e apresentada pelo Max Gehringer revela os mandamentos do marketing pessoal no âmbito profissional. Clique aqui para assistir ao vídeo.

Teste seu português!

January 20th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos 2 comments »

Sabemos que somos nativos em uma língua e que, portanto, falamos tal língua muito bem. Mas você já testou seu português? Ele está bom? Descubra isso fazendo o “Quiz G1: teste seus conhecimentos sobre língua portuguesa”. Fazendo o teste, você pode avaliar o seu conhecimento básico de língua portuguesa e ver o que precisa melhorar até a próxima entrevista, já que os tópicos abordados no teste são geralmente os que são apresentados aos candidatos nessa situação.

Clique aqui e faça o teste no site do G1.

O seu português, como vai?

January 18th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos No comments »

É extremamente comum ouvir em entrevistas de emprego a pergunta “você tem inglês/espanhol fluente?”. Mas, alguma vez, você já ouviu a pergunta “você tem português fluente?”. Se ainda não ouviu, tenha certeza de que esse dia não tardará.

Quando o assunto é a fala do nosso próprio idioma, o mais comum é aceitarmos que todos nós falamos e entendemos bem o português e, consequentemente, o escrevemos bem. Ainda que segundo muitos linguistas, o importante seja estabelecer uma comunicação, as empresas e o mercado de trabalho não aceitam mais isso, porque a comunicação pode até ser estabelecida, mas não gera lucro, mas sim prejuízo.

A imagem da empresa é – e muito – afetada negativamente pelas mensagens de e-mails escritas com erros de português que são enviadas aos clientes finais e parceiros, pelas mensagens truncadas que muitas vezes são enviadas, pela falta de domínio da linguagem de alguém extremamente inteligente na sua área, mas que não soube/sabe se expressar coerentemente em uma apresentação de produto etc. aos possíveis clientes/parceiros (também chamados de “prospectos”).  Tudo isso é o prejuízo desastroso da falta de fluência na própria língua.

A própria língua, a língua materna, o vernáculo se tornou essencial nas entrevistas, pois ainda é por meio de uma redação e/ou entrevista oral que o entrevistador consegue identificar se a capacidade de expressão do candidato é boa ou não para a vaga a qual ele está concorrendo, pois mesmo que muitas empresas estejam começando a contratar consultorias para fazer o trabalho de melhora da comunicação escrita e falada no vernáculo internamente, elas desejam contratar candidatos que não precisem passar por esse tipo de treinamento.

Estar ou não empregado pode não depender de uma capacidade de retórica de alguns políticos, mas com certeza dependerá de uma boa eloquência, capacidade de raciocínio coerente e expressão disso na sua própria língua.

E a sua imagem?

January 15th, 2010 by Juliano Olimpio dos Anjos No comments »

Nessa selva que é o mercado de trabalho, muita gente mais do que competente acaba deixando de lado o trabalho de imagem e/ou achando-o totalmente desnecessário, pois pensam que o conhecimento é só o que interessa. Essa ideia acaba, por vezes, deixando as pessoas passarem uma imagem contrária a que desejariam e impactando desfavoravelmente sua carreira e, por consequência, seu sucesso.

Podemos dizer que o trabalho de imagem é caracterizado por:

- aparência: roupa muito casual – ou mesmo chamativa – pode passar uma imagem de desleixo, rebeldia ou inconsequência e despreocupação com o emprego; o cabelo não cuidado e barba e bigode para fazer podem passar a mesma imagem supracitada e também a de falta de higiene pessoal;

Ao pensar em aparência, verifique e peça opiniões sobre o que você está vestindo, mas pense principalmente em limpeza, tamanho adequado, discrição e moda .

- comportamento: falta das maneiras básicas de educação, como o “por favor”, “com licença” etc., mostra , no mínimo, que o candidato não está preparado para lidar com os outros; comunicação excessiva com os colegas de trabalho, acesso a e-mails pessoais, redes sociais e qualquer cuidado demasiado com a vida pessoal no ambiente de trabalho passa a imagem de que o indivíduo não está preocupado e/ou comprometido com o trabalho, por conseguinte, desnecessário naquele local.

Ao pensar em comportamento, pense que você está sendo vigiado o tempo inteiro e que embora você passe mais de 40 horas semanais no ambiente de trabalho, ele ainda não é a sua casa, por isso, passe pouco tempo resolvendo assuntos particulares e/ou conversando sobre esses assuntos com os amigos e seja educado, independente da situação.

Pode ser que o conhecimento seja realmente algo que interessa muito, mas a primeira imagem é a que fica, não é?