Posts Tagged ‘Carreira’

E a geração Y…

January 11th, 2010

É inegável que o mundo evoluiu e que o ser humano passou por muitas mudanças e continua nesse processo. Aconteceu a mesma coisa com o mercado de trabalho. As gerações mudaram e muitos dos ingressantes no mercado atual são as pessoas da famosa Geração Y.

Depois dos Tradicionais (até 1945), dos Baby-boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1977), as empresas precisam entender um pouco mais da Geração Y. Os integrantes dessa geração nasceram entre 1978 e 1990 (aproximadamente) e cresceram com TV, computador, vídeo-game e comunicação rápida o tempo inteiro. Se as gerações anteriores precisaram ler os manuais, escrever cartas, falar ao telefone, a Geração Y escreve no Twitter, Facebook, entre outros, deixa o manual de lado e aprende mexendo – às vezes, parece que nem precisam mexer, veem o equipamento e pronto, praticamente um dèja vu.

Para esses jovens de 20 e poucos anos que cresceram em meio à informação e, aparentemente, à ruptura familiar, a palavra-chave é liberdade, seja na empresa, seja na própria casa. Eles são muito “auto” e muito capazes! Ainda que o “auto” possa ser considerado egocentrismo, superficialidade ou “abuso” mesmo, esses candidatos são pessoas que fazem diferença hoje no mercado de trabalho porque são bem preparados técnico e academicamente e buscam sempre o sucesso e aperfeiçoamento; buscam o aprendizado. E quando deixam de aprender com um cargo, se cansam – claro! – e saem da empresa, procuram uma oportunidade melhor porque sentem que estão perdendo tempo na empresa atual. Os candidatos da Geração Y gostam de coisas rápidas, de fazer sucesso o quanto antes, além de flexibilidade. São pessoas que fazem sucesso rápido e estão dominando o mercado porque perguntam muito e não têm medo de arriscar. A empresa que possui esses funcionários precisa entender o que pode aproveitar e como pode aproveitar essa geração, pois eles podem – e fazem – a diferença e o sucesso. Aliás, já não dizem por aí que “são as perguntas que movem o mundo”?

Algumas perguntas mais frequentes em entrevistas de emprego

January 7th, 2010

Além de todo trabalho com currículo, vestes e comportamento, ainda temos sempre que nos atentar e nos preparar para algumas perguntas um tanto complicadas e não nos perdermos no momento de respondê-las. Vejam algumas perguntas mais comuns em entrevistas e uma possível forma de se sair bem nelas.


- Fale sobre você.

Isso não é bem uma pergunta, mas sempre nos pega desprevenido e pode ser uma catástrofe, por isso é bom ensaiar isso. O segredo é ser objetivo, se ater a dizer seu nome, idade, lugar onde mora e formação acadêmica/escolar (inclua cursos, especializações, eventos, mas de forma objetiva)


- Quais são seus pontos fracos e quais são seus pontos fortes?

Mais uma pergunta muito comum e que pode ser respondida como já se espera, isto é, o candidato deve ser comprometido, pró-ativo e responsável (lado positivo) e perfeccionista (lado negativo)


- Quais são seus objetivos a curto e a longo prazo?

Neste caso, a objetividade ainda é ideal. Uma boa resposta seria dizer que a curto prazo, você quer ser bom no cargo ao qual você está se candidatando e que a longo prazo se especializar no que está fazendo e crescer com a empresa.


- Por que saiu do último emprego? Você gostava da empresa?

Nunca fale mal da última empresa, do último cargo e do último gerente/chefe. Conte sobre o que você aprendeu na última empresa, as coisas boas e ao falar da saída da empresa, o ideal é falar que saiu porque está em busca de aprendizado, novos desafios, entrar na área de formação etc.


- O que você procura em um emprego?

Há várias respostas boas para este tipo de pergunta, contudo, o ideal é que a resposta dada ao entrevistador esteja dentro do que ele espera ouvir, como, por exemplo, responder que está procurando desenvolvimento profissional, que deseja participar e crescer com uma empresa e acha que essa empresa pode oferecer isso, que está procurando desafios e crescimento profissional e pessoal etc.


- Como surgiu o interesse pela vaga e pela empresa?

Este é o momento de mostrar que a lição de casa foi feita e que você conhece um pouco da empresa (pesquise no site institucional da empresa e por outros meios que encontrar) e que a vaga está na área que você deseja seguir e se aperfeiçoar. Caso a entrevista tenha sido marcada em cima da hora, seja honesto e diga que não teve tempo de pesquisar, mas mostre interesse pela vaga.


- Por que devemos contratá-lo?

O ideal é falar sobre pontos positivos que o entrevistador espera ouvir, como comprometimento, bom desempenho, que a empresa terá lucros com o seu trabalho e que você deseja crescer com a empresa. É essencial que isso seja sincero.


- O que você faz no seu tempo livre?

Por incrível que pareça, essa pergunta ainda é feita e, geralmente, o/a entrevistador(a) espera alguma resposta ligada às preocupações com o desenvolvimento pessoal e profissional e algo relacionado ao relacionamento interpessoal. Você precisa ser sincero, por isso, avalie se você dedica seu tempo livre a cursos e lazer, como você gere seu tempo, se passa algum tempo com a família etc.

Ano Novo, Planejamento Novo

January 4th, 2010

O término de mais um ano representa o fechamento de mais um ciclo. É tempo de comemorar, confraternizar, agradecer e começar. O começo pode ser do zero, ou não. O importante agora é fazer um novo planejamento, a meta agora é planejar 2010.
Planejamento é algo altamente recomendável e que poucas pessoas fazem por demandar tempo e ser, às vezes, difícil. Temos que pensar no que aprendemos, o que conseguimos efetivamente realizar, o que agregamos à nossa vida profissional e pessoal e, se não descartamos em 2009, o que ficou pendente e que é essencial que seja realizado em 2010. Tudo isso demanda tempo porque pensar no futuro e desenhar metas de longo, médio e curto prazo pode até levar dias, mas é algo que, no mínimo, deve começar a ser praticado. Lembre-se do ditado popular sábio que diz que a “a prática, leva à perfeição”.

Espero que as dicas abaixo o ajudem a encontrar uma luz ao iniciar o seu planejamento.

1)    Coloque tudo no papel: depois de ter pensado nos aprendizados, conquistas e fracassos, é chegado o momento de colocar tudo no papel. Seja papel físico, seja computador, seja celular, seja o que você quiser, o importante é não deixar isso só na sua cabeça, porque ela é boa, mas pode não conseguir se lembrar de tudo no momento de conferir e nem ir “ticando” o que conseguiu fazer;

2)    Metas: desenhe primeiro as suas metas pessoais e depois as profissionais. Falo isso porque depois, na hora de escrever as metas profissionais, você terá uma motivação a mais para trabalhar. Como meta, o ideal é que você pense em coisas desafiadoras e que lhe darão grande satisfação ou mudanças um tanto positivamente radicais em sua vida, pois são essas metas que nos ajudam a nos privar de certas coisas ou até mesmo a motivação necessária para conseguirmos alcançar o que planejamos. Como a meta pessoal e profissional de cada um é muito pessoal, é possível, como exemplo, que existam metas como viagens que deseja realizar, quantias que deseja economizar, cargos que se quer atingir, mudança de emprego ou profissão etc.;

3)    Motivação interna: indubitavelmente, a coisa mais importante. Estar motivado para seguir algo, só depende de nós mesmos. Mesmo que nem tudo esteja saindo como planejado, foque e continue motivado para seguir o que foi planejado e, quando necessário, altere o planejamento.

Além dessas três dicas, algo extremamente necessário em um planejamento é a busca pelo conhecimento. Busca por conhecimento que lhe satisfaça pessoalmente e busca pelo conhecimento que lhe ajude profissionalmente. Esse conhecimento pode estar dentro das suas metas e, com certeza, deve ser algo no seu planejamento, pois o conhecimento e o aprendizado tornam possível a expansão dos seus horizontes. Além disso, procure sempre dar alguns saltos altos, arriscados e que lhe deem prazer. Alguns deles podem não dar certo, mas com certeza muitos darão.

Lembre-se: Ano novo, planejamento novo. E boa sorte!

Qual a diferença entre pós-graduação Lato Sensu e Stricto Sensu

December 22nd, 2009

Um curso de pós-graduação é importantíssimo não só para o currículo do candidato, mas principalmente para a formação profissional e crescimento pessoal dele. O grande problema aparece no momento de escolher o curso e – conforme temos notado – na cruel dúvida sobre a diferença entre curso de pós-graduação Lato Sensu e cursos de pós-graduação Stricto Sensu.
Primeiro, é necessário deixar claro que pós-graduação é todo o estudo feito depois do curso de graduação. Esses estudos são oferecidos hoje como Lato Sensu e Stricto Sensu.

Lato Sensu é uma locução adverbial que significa “em sentido amplo” e, aplicado a cursos de pós-graduação, significa um curso de especialização em determinada área. Atualmente, os cursos Lato Sensu são comumente chamados somente de “pós” ou “pós-graduação” e é um curso que geralmente oferece um conteúdo mais amplo, porque os candidatos a esse curso podem vir de diversas áreas, isto é, um aluno graduado em Administração de Empresas pode ingressar em um curso de pós-graduação Lato Sensu de Letras.

Stricto Sensu é uma locução adverbial que significa “em sentido restrito” e, aplicado a cursos de pós-graduação, relaciona-se aos cursos de mestrado, doutorado e pós-doutorado. Neste caso, acaba sendo essencial que o aluno ingressante no curso tenha formação na área que deseja fazer o mestrado – ou demais cursos –, pois é um curso com matérias mais específicas e que exige um conhecimento prévio do aluno.

Uma dúvida que também deve ser sanada é que um candidato que conclui a graduação pode tanto ingressar em um curso de pós-graduação Lato Sensu quanto Stricto Sensu.
Lato ou Stricto, o importante é sempre pensar em melhorar sua formação acadêmica e, consequentemente, sua formação profissional.

As entrevistas pessoais e os erros – Parte II

December 17th, 2009

O Comportamento


O comportamento do candidato em uma entrevista não engloba somente como ele vai sentar, se vestir etc., mas também – e principalmente – como o candidato age na entrevista.


Determinados candidatos aparecem nas entrevistas e o que se consegue ver em seus rostos são expressões como “preciso de um emprego urgente”, “por favor, preciso dessa vaga”, “por favor, não me elimine no processo” etc. Tais expressões só mostram ao entrevistador o quanto o candidato está despreparado e coloca o entrevistador em dúvida quanto à capacidade dessa pessoa de ser o que a empresa precisa e agregar algo ocupando o cargo oferecido.


A primeira coisa percebida é a insegurança do candidato que acaba por deixar clara sua autoconfiança. Isso já começa a ser notado quando o candidato fala sempre olhando para os lados e nunca em direção e nos olhos do entrevistador, quando ele gagueja ao falar de si mesmo e/ou falar de algum assunto sobre o qual não se informou ou não se preparou para a entrevista.


Ao se apresentar a uma entrevista, o candidato tem que mostrar todos os sinais de que ele é o profissional ideal para aquela, o mais qualificado, apresentar uma postura de vencedor. Ao falar com o entrevistador, além de prestar atenção aos seus movimentos corporais – fazer gestos com mãos e braços ao falar demonstra conhecimento e convicção; inclinar o corpo na direção do falante demonstra atenção ao que ele está falando etc. – deve haver convicção e segurança sobre tudo o que se fala, seja realizações, sejam desafios enfrentados, e, principalmente, não ter vergonha de dizer “não sei” e complementar com um “ainda” e “vou pesquisar”.


A pura verdade é que nenhuma empresa contrata por dó, mas sim por necessidade e ela não quer, de forma alguma, perder dinheiro com a contratação, isto é, contratar um funcionário que não atinja as expectativas e não agregue valor à empresa, por isso é importante mostrar que você é computador de última geração no mercado e que não será ou estará facilmente desatualizado e que o investimento da empresa só trará lucro.

As entrevistas pessoais e os erros – Parte I

December 14th, 2009

Parte 1: Vestes e modos

Mesmo em tempos de “Geisys”, é importante enfatizar e alertar alguns candidatos sobre o vestuário adequado e, também, modos em uma entrevista de emprego.
Ao chegar a uma entrevista, a primeira coisa que o empregador notará será sua aparência – não tenha dúvidas! –, por isso é ponto crucial entender que ir a uma entrevista de emprego é, primeiramente, ir bem arrumado.


Mas o que é estar bem arrumado para uma entrevista de emprego?


Embora o traje social seja o mais indicado, atualmente, podem existir algumas ofertas de emprego cujos entrevistadores não esperam que seus candidatos apareçam engomados, tais como lojas de surf, mas sim um candidato bem arrumado e com a “cara” do negócio. Então, a primeira dica é: pesquise tudo o que você puder sobre a empresa antes de ir à entrevista pessoal para tentar entender o que a empresa espera do candidato. O traje social ou o dito “esporte fino” são sempre os mais indicados.

Já sabendo como se arrumar para uma entrevista, é o momento de pensar nos modos, que vão além das coisas mais básicas, como o modo de sentar, de encostar o cotovelo onde não deve, de mascar chiclete na entrevista. Os modos – também possível chamar de ações – representam, também, a ação corporal voluntária ou não do candidato, por isso tome cuidado com o seguinte:


Repetição de gestos: bater pés, mãos, caneta no caderno e olhar incessantemente para a porta ou relógio certamente passa a impressão de que o candidato está incomodado e quer sair daquele lugar o quanto antes, além de, indubitavelmente, mostrar que o candidato está inseguro. Evite fazer isso!

Braços cruzados: muitos falam que manter os braços cruzados aparenta não estar aberto para aquela situação que está presenciando (uma palestra, reunião etc.), passando, assim, uma impressão de defesa e desconforto, por isso, evite cruzar os braços demais, em qualquer situação.


Podem surgir outras mil maneiras inadequadas de se portar em uma entrevista, mas, geralmente, esses dois gestos são os mais comuns, por isso, mesmo sendo difícil controlar a expressão corporal, preste atenção nisso em uma entrevista, além, é claro, de tentar ir “bem vestido” e não errar no “por favor”, “obrigado” e “com licença”. Ah, esqueça também o chiclete, o cotovelo sobre a mesa do entrevistador e afins.

Dicas para um currículo melhor – Parte IV

December 7th, 2009

Informações complementares


Muita gente pensa que só devemos colocar informações extremamente necessárias no currículo, isto é, dados pessoais, experiência profissional, escolaridade e idiomas. Essas informações são necessárias, claro, mas há outras informações que também o são, como as informações complementares.

Atualmente, as empresas estão dando cada vez mais importância e valor a outras informações que não as “extremamente necessárias”. As informações complementares podem ser extremamente necessárias em processos seletivos acirrados, já que elas podem estabelecer uma certa “diferenciação” entre os candidatos.

O campo Informações Complementares pode ser preenchido com os seguintes dados:

· Intercâmbios e experiências no exterior;

· Divulgação de nome de site, blog e/ou comunidade gerenciado pelo candidato;

· Divulgação de publicação de conteúdo, como artigos, trabalhos de iniciação científica etc.;

· Participação em trabalhos voluntários.

Extremamente necessário é o que pode fazer a diferença em um processo seletivo, por isso, não deixe de inserir informações complementares que farão a diferença no processo de seleção de determinada vaga.

Dicas para um currículo melhor – Parte III

December 4th, 2009

Parte 3 – Disposição dos demais dados

Depois de uma boa formatação e de ter acertado no objetivo, um ponto importante ao se fazer um currículo é a disposição dos demais dados.

Normalmente, segue-se à risca o modelo de currículo em que as informações estão dispostas da seguinte forma: dados pessoais, objetivo, formação acadêmica, qualificações profissionais, experiência profissional etc. Embora ainda seja um bom modelo para seguir, é possível dar mais destaque ao que é valioso no currículo e ao que diz respeito à vaga mudando a disposição desses dados.

Uma vaga para redator exige qualificações diferentes de uma vaga para atendente. Na primeira delas, seria muito mais interessante destacar a faculdade cursada, os idiomas falados e, em seguida, os trabalhos e projetos de redação realizados. Já na vaga de atendente, é mais interessante iniciar pelas qualificações profissionais e, em seguida, a experiência profissional.

Além de entender o que é essencial ter no currículo para determinada vaga – de acordo com as qualificações verdadeiras do candidato –, é extremamente necessário entender que o currículo não deve, em hipótese alguma, conter informações que não possam ser provadas, conter excessos de informações e/ou apresentação complexa. Ele deve ser direto e apresentar diretamente o que quem vai analisar deve saber, além, é claro, de vender o peixe!

Dicas para um currículo melhor – Parte II

December 2nd, 2009

Parte 2: Objetivo


Ao fazer um currículo, um erro fatal cometido por muitas pessoas ocorre no item objetivo. Este item reflete o que o candidato deseja fazer na empresa de acordo com suas experiências e formação, e é aí que o erro ocorre.

Muitas pessoas já exerceram muitas funções e/ou trabalharam com muitas coisas durante a vida e pode ser por isso que colocam três ou quatro objetivos no currículo; para piorar a situação: todos os objetivos diferentes.

Ao enviar um currículo para uma empresa que não está anunciando vagas e/ou que não está contratando profissionais com o perfil do candidato, é necessário que fique muito claro qual é o objetivo desse candidato e, por isso, ele não pode colocar várias funções no item “Objetivo”. É preciso que esteja lá o cargo que o candidato deseja ocupar na empresa, e não frases como “à disposição da empresa”, “analista, auxiliar administrativo, atendente” etc.

Deixar claro o cargo e/ou função que se objetiva preencher em determinada empresa é um passo fundamental para um bom currículo e que pode sair na frente dos mais indecisos ou não objetivos.

Dicas para um currículo melhor – Parte I

November 30th, 2009

Por ser o nosso primeiro contato com uma empresa, o currículo é algo extremamente importante. Ele é mais do que um simples papel com algumas informações digitadas, ele é a nossa imagem e a chance de conseguir uma entrevista, por isso decidimos começar uma sequência de 5 posts com dicas para melhorar o currículo. Acompanhe esta primeira e as demais!

Parte 1: O currículo e a formatação

É fundamental que o currículo esteja bem formatado para se destacar em meio a tantos outros e nos representar bem. Atualmente, há modelos de currículo que o Microsoft Word oferece, e todos sabemos as informações básicas que precisamos inserir em um se formos fazê-lo manualmente: dados pessoais, objetivo, experiência profissional, nível de escolaridade etc. Hoje, o importante é saber como destacar essas informações e/ou torná-las mais chamativas, sem deixar o currículo poluído. Esse destaque pode ser alcançado com três passos simples:

  • O primeiro passo é procurar outra fonte, que não Times New Roman. Algumas fontes que podem destacar mais a informação e até deixar a aparência do seu currículo melhor são as fontes Calibri, Arial, Verdana e Tahoma.
  • O segundo passo é o uso do “negrito” em informações como nomes de lugares importantes onde fizemos curso (universidades, empresas etc.).
  • O terceiro é a disposição das informações. Os dados precisam estar sempre “justificados”, com exceção de títulos (Objetivo, Experiência Profissional etc.), que podem vir centralizados em alguns modelos de currículo. Essas mesmas informações também precisam ter o mesmo espaçamento e o mesmo tamanho. Para este último, recomenda-se o tamanho 12 ou 13.

Tentar criar uma imagem interessante para uma possível vaga de emprego começa com um currículo que chame a atenção, e lembre-se: chamar atenção não significa poluir o currículo.