É inegável que o mundo evoluiu e que o ser humano passou por muitas mudanças e continua nesse processo. Aconteceu a mesma coisa com o mercado de trabalho. As gerações mudaram e muitos dos ingressantes no mercado atual são as pessoas da famosa Geração Y.
Depois dos Tradicionais (até 1945), dos Baby-boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1977), as empresas precisam entender um pouco mais da Geração Y. Os integrantes dessa geração nasceram entre 1978 e 1990 (aproximadamente) e cresceram com TV, computador, vídeo-game e comunicação rápida o tempo inteiro. Se as gerações anteriores precisaram ler os manuais, escrever cartas, falar ao telefone, a Geração Y escreve no Twitter, Facebook, entre outros, deixa o manual de lado e aprende mexendo – às vezes, parece que nem precisam mexer, veem o equipamento e pronto, praticamente um dèja vu.
Para esses jovens de 20 e poucos anos que cresceram em meio à informação e, aparentemente, à ruptura familiar, a palavra-chave é liberdade, seja na empresa, seja na própria casa. Eles são muito “auto” – e muito capazes! Ainda que o “auto” possa ser considerado egocentrismo, superficialidade ou “abuso” mesmo, esses candidatos são pessoas que fazem diferença hoje no mercado de trabalho porque são bem preparados técnico e academicamente e buscam sempre o sucesso e aperfeiçoamento; buscam o aprendizado. E quando deixam de aprender com um cargo, se cansam – claro! – e saem da empresa, procuram uma oportunidade melhor porque sentem que estão perdendo tempo na empresa atual. Os candidatos da Geração Y gostam de coisas rápidas, de fazer sucesso o quanto antes, além de flexibilidade. São pessoas que fazem sucesso rápido e estão dominando o mercado porque perguntam muito e não têm medo de arriscar. A empresa que possui esses funcionários precisa entender o que pode aproveitar e como pode aproveitar essa geração, pois eles podem – e fazem – a diferença e o sucesso. Aliás, já não dizem por aí que “são as perguntas que movem o mundo”?