Posts Tagged ‘Sucesso’

Você já conhece o yeapiz – Recrutamento Social?

October 18th, 2011

Ajudar amigos nas redes sociais já é o máximo. Ser remunerado por isso é simplesmente fantástico!

E é isso que o Yeapiz veio trazer para os seus usuários: uma oportunidade de indicar amigos para vagas de emprego e ser remunerado pelas indicações de sucesso.

Veja como é simples, fácil e rápido:

  • Você acessa o site do Yeapiz.
  • Faz o login com a mesma conta do Facebook ou uma conta Yeapiz.
  • Vê as vagas anunciadas e, abaixo delas, os seus amigos das redes sociais que possuem o perfil para uma determinada vaga.
  • Indica esses amigos já classificados como possíveis candidatos.
  • Seus amigos enviarão o currículo para a empresa e passarão pelos trâmites de contratação definidos pela empresa.
  • Quando, e somente quando, eles forem contratados, você receberá sua remuneração pela indicação.
  • Não perca essa oportunidade de ganhar dinheiro e ajudar seus amigos.

Acesse o Yeapiz e comece suas indicações agora mesmo!

Não se esqueça de visitar a nossa página no Facebook e de o @yeapiz no Twitter.

7 pecados no trabalho

March 15th, 2010

Se no passado as empresas procuravam ter um funcionário que falasse bem outro idioma, no presente, ao que parece, essa realidade mudou. É importante falar outro idioma? Sim, com certeza! Isso melhora tanto a sua vida profissional quanto pessoal, sem sombra de dúvidas. Mas não se pode ignorar a realidade atual: a importância de falar e escrever bem a própria língua.

As empresas começaram a se preocupar com isso ao notar os problemas que a falta de uma boa comunicação oral e escrita acabam causando. Muitas dicas já foram aqui dadas sobre esse assunto e, como achamos importante – e muito válido –, indicamos aqui a leitura do artigo publicado em fevereiro pela revista Língua Portuguesa. O nome dele é “7 pecados no trabalho” e, resumidamente, classifica esses 7 pecados corporativos como:

  • O emprego equivocado dos verbos “haver” e “fazer”, como, por exemplo, “Houveram fatos inusitados na reunião” X “Houve fatos inusitados na reunião” (p. 30-31).
  • Os problemas com o emprego da crase, deixando uma dica boa para se memorizar e tentar usar quando estiver na dúvida se em determinada situação é possível empregar a crase, que é “Se vou a e volto da, crase há” / “Se vou a e volto de, crase pra quê?” (p. 30)
  • Planejamento do que será escrito: pensar sempre em ter os objetivos dessa comunicação claros; pensar em quem vai ouvir o que você tem a dizer, ou em quem vai ler o que você escreveu; pensar em economia expressiva e escrever parágrafos curtos, entre outras coisas; evitar a repetição de palavras e sempre revisar o texto.
  • Intensificar a leitura, isto é, ler com frequência: jornais, revistas, livros; o importante é ler e sempre que aparecer uma palavra desconhecida, procurá-la no dicionário e arriscar-se a escrever algumas frases com essa palavra, pois assim é possível realmente aprendê-la e torná-la parte do seu vocabulário.
  • Concordância completa: os muitos erros cometidos quando começamos a escrever uma frase usando primeiramente o verbo como, por exemplo, “Aconteceu muitos casos…” (p. 32).
  • Conjugação de verbos irregulares, ou seja, os problemas enfrentados com determinados tipos de verbos e que causam problemas como, por exemplo, o verbo “ver”, com o clássico, “se eu o ver…”, quando o correto é “se eu o vir…”, entre outros verbos citados.
  • Tropeços na pontuação, isto é, frases muito longas sem pontuação, vírgulas que separam o sujeito etc.

São dúvidas que fazem a diferença, principalmente quando esclarecidas e “tiradas”.

Clique aqui para ver a matéria.

Começando em um novo emprego

March 2nd, 2010

Zona Desconhecida

Depois de passar por um processo seletivo, preparar um monte de documentos para admissão e ainda parar para pedir demissão na empresa anterior e se despedir dos amigos, a gente para e começa a pensar na próxima segunda-feira. Geralmente, nesta próxima segunda-feira você tem uma nova família, e como isso vem a insegurança. O que naturalmente vêm à mente é “Será que vão gostar de mim?”, “Será que vou me adaptar?”, “Será que vou conseguir executar meus planos?”

Não demora muito a passar e, então, chega a tão esperada – ou temida? – segunda-feira. Você toma outro caminho, outro destino e o que o acompanha é o – ao que parece – parceiro desses momentos: frio na barriga. Esse frio na barriga começa a ficar cada vez mais forte e, inevitavelmente, você se pega a pensar e se perguntar “Por que estou aqui? Eu até poderia continuar na outra empresa, era tão mais fácil, eu sabia tudo o que eu fazia e fazia tudo aquilo de olhos fechados”. Notamos que esse frio na barriga nada mais é do que a incerteza que acaba por nos deixar mais nervosos.

Mas em algum instante – ou em algum momento da vida – a resposta vem à tona: você poderia sim estar lá, mas o conforto já incomodava, a zona de conforto já não era mais suficiente para lhe dar conforto e por isso você acabou indo para uma zona desconhecida, com algo que poderá lhe por à prova. E isso é bom?

Sim, sempre que nos colocamos fora da nossa zona de conforto significa que estamos evoluindo. No casso de um novo emprego, você está evoluindo em sua carreira profissional e notará isso quando, quase que consecutivamente, surgir novas responsabilidades, novas vontades, novas provas, novo salários, novo cargo etc. Em um novo ambiente de trabalho, haverá a necessidade de conhecer mais sobre as rotinas do novo lugar, enfrentar novos problemas, se adaptar, e isso muitas vezes significa ter um motivo para lutar e continuar a viver, não estagnar. E o melhor: você acumulará mais experiência, qualificação, sabedoria e, quem sabe, chegará o dia em que será necessário passar para mais outra zona, uma zona de desconforto, porque tudo muda o tempo inteiro, tudo evolui e nada mais justo que evoluirmos junto.

Você e as dívidas

February 12th, 2010

Infelizmente, nem todos nós somos tão controlados quanto gostaríamos de ser. Às vezes, gastamos o que temos e o que não temos. Outras vezes, economizamos, investimos, somos controlados. Cada um possui um perfil quando o assunto é dívida. Você sabe qual é o seu perfil quando lida com dívidas. Se ainda não sabe, uma ótima dica é descobrir em que estágio você se encontra e tentar melhorar e, mais uma vez, a revista VOCÊ S/A o ajuda a descobrir com um teste elaborado pela psicóloga Márcia Tolotti e publicado no site da revista.

Para fazer o teste, clique aqui. Depois nos conte o que achou!

Você já se viu como um líder?

February 8th, 2010

Com certeza, em algum momento, você já ou viu falar em liderança. Mas alguma vez em sua carreira profissional você já se perguntou se é um líder? Pois bem, muitas pessoas são líderes natos ou mesmo desenvolvem isso, e ser visto como líder é um ponto positivo quando se almeja um cargo de gerência em uma empresa.

A revista VOCÊ S/A lançou em seu site um teste para que você descubra se tem ou não esse perfil de liderança. O teste é composto por 7 perguntas que geram uma pontuação. Por essa pontuação é possível verificar o resultado e saber se, de acordo com suas respostas, você tem perfil de líder.

Para fazer o teste, clique aqui e vá para o site da revista Você S/A. Depois nos conte o que achou!

Crítica: você está de que lado?

February 1st, 2010

Os dentes cerram e a mente funciona rapidamente, preparando as mais incríveis defesas. É praticamente o que se vê na maioria dos ambientes de trabalho quando alguém começa a fazer uma crítica ao trabalho de outrem.

O substantivo feminino “crítica” é definido pelo dicionário on-line Houaiss – em oitavo lugar e com a classificação de uso informal – como “ação ou efeito de depreciar, censurar; opinião desfavorável; censura, depreciação, condenação”, que, infelizmente, parece ser o primeiro significado da palavra adotado por muitas pessoas em ambientes profissionais quando é necessário avaliar o trabalho de alguém ou mesmo ajudar determinada pessoa com uma tarefa. Mas se o ambiente em questão é o profissional, no qual o comportamento deve ser formal, por que as pessoas continuam usando o “uso informal” da palavra e fazendo um desfavor a si próprio?

Um grande desfavor talvez seja o ponto principal, porque em se tratando de ambiente profissional, é preciso pensar em se destacar – claro! –, mas isso não se faz com esse tipo de “crítica”, pois o mais sensato e civilizado ainda é utilizar outro significado dado pelo Houaiss à palavra “crítica”: “exame racional, indiferente a preconceitos, convenções ou dogmas, tendo em vista algum juízo de valor”.

Examinar racionalmente um trabalho, sem preconceito, convenção ou dogma é o que realmente poderá trazer destaque, uma vez que isso mostra a capacidade de análise, percepção e vontade de ajudar a melhorar o que quer que tenha criticado na empresa. Sem falar na humanidade, caso se trate de alguma crítica a um amigo etc.

Não cerre mais os dentes. Sorria e escolha um lado!

O seu português, como vai?

January 18th, 2010

É extremamente comum ouvir em entrevistas de emprego a pergunta “você tem inglês/espanhol fluente?”. Mas, alguma vez, você já ouviu a pergunta “você tem português fluente?”. Se ainda não ouviu, tenha certeza de que esse dia não tardará.

Quando o assunto é a fala do nosso próprio idioma, o mais comum é aceitarmos que todos nós falamos e entendemos bem o português e, consequentemente, o escrevemos bem. Ainda que segundo muitos linguistas, o importante seja estabelecer uma comunicação, as empresas e o mercado de trabalho não aceitam mais isso, porque a comunicação pode até ser estabelecida, mas não gera lucro, mas sim prejuízo.

A imagem da empresa é – e muito – afetada negativamente pelas mensagens de e-mails escritas com erros de português que são enviadas aos clientes finais e parceiros, pelas mensagens truncadas que muitas vezes são enviadas, pela falta de domínio da linguagem de alguém extremamente inteligente na sua área, mas que não soube/sabe se expressar coerentemente em uma apresentação de produto etc. aos possíveis clientes/parceiros (também chamados de “prospectos”).  Tudo isso é o prejuízo desastroso da falta de fluência na própria língua.

A própria língua, a língua materna, o vernáculo se tornou essencial nas entrevistas, pois ainda é por meio de uma redação e/ou entrevista oral que o entrevistador consegue identificar se a capacidade de expressão do candidato é boa ou não para a vaga a qual ele está concorrendo, pois mesmo que muitas empresas estejam começando a contratar consultorias para fazer o trabalho de melhora da comunicação escrita e falada no vernáculo internamente, elas desejam contratar candidatos que não precisem passar por esse tipo de treinamento.

Estar ou não empregado pode não depender de uma capacidade de retórica de alguns políticos, mas com certeza dependerá de uma boa eloquência, capacidade de raciocínio coerente e expressão disso na sua própria língua.

E a sua imagem?

January 15th, 2010

Nessa selva que é o mercado de trabalho, muita gente mais do que competente acaba deixando de lado o trabalho de imagem e/ou achando-o totalmente desnecessário, pois pensam que o conhecimento é só o que interessa. Essa ideia acaba, por vezes, deixando as pessoas passarem uma imagem contrária a que desejariam e impactando desfavoravelmente sua carreira e, por consequência, seu sucesso.

Podemos dizer que o trabalho de imagem é caracterizado por:

- aparência: roupa muito casual – ou mesmo chamativa – pode passar uma imagem de desleixo, rebeldia ou inconsequência e despreocupação com o emprego; o cabelo não cuidado e barba e bigode para fazer podem passar a mesma imagem supracitada e também a de falta de higiene pessoal;

Ao pensar em aparência, verifique e peça opiniões sobre o que você está vestindo, mas pense principalmente em limpeza, tamanho adequado, discrição e moda .

- comportamento: falta das maneiras básicas de educação, como o “por favor”, “com licença” etc., mostra , no mínimo, que o candidato não está preparado para lidar com os outros; comunicação excessiva com os colegas de trabalho, acesso a e-mails pessoais, redes sociais e qualquer cuidado demasiado com a vida pessoal no ambiente de trabalho passa a imagem de que o indivíduo não está preocupado e/ou comprometido com o trabalho, por conseguinte, desnecessário naquele local.

Ao pensar em comportamento, pense que você está sendo vigiado o tempo inteiro e que embora você passe mais de 40 horas semanais no ambiente de trabalho, ele ainda não é a sua casa, por isso, passe pouco tempo resolvendo assuntos particulares e/ou conversando sobre esses assuntos com os amigos e seja educado, independente da situação.

Pode ser que o conhecimento seja realmente algo que interessa muito, mas a primeira imagem é a que fica, não é?

E a geração Y…

January 11th, 2010

É inegável que o mundo evoluiu e que o ser humano passou por muitas mudanças e continua nesse processo. Aconteceu a mesma coisa com o mercado de trabalho. As gerações mudaram e muitos dos ingressantes no mercado atual são as pessoas da famosa Geração Y.

Depois dos Tradicionais (até 1945), dos Baby-boomers (1946-1964) e da Geração X (1965-1977), as empresas precisam entender um pouco mais da Geração Y. Os integrantes dessa geração nasceram entre 1978 e 1990 (aproximadamente) e cresceram com TV, computador, vídeo-game e comunicação rápida o tempo inteiro. Se as gerações anteriores precisaram ler os manuais, escrever cartas, falar ao telefone, a Geração Y escreve no Twitter, Facebook, entre outros, deixa o manual de lado e aprende mexendo – às vezes, parece que nem precisam mexer, veem o equipamento e pronto, praticamente um dèja vu.

Para esses jovens de 20 e poucos anos que cresceram em meio à informação e, aparentemente, à ruptura familiar, a palavra-chave é liberdade, seja na empresa, seja na própria casa. Eles são muito “auto” e muito capazes! Ainda que o “auto” possa ser considerado egocentrismo, superficialidade ou “abuso” mesmo, esses candidatos são pessoas que fazem diferença hoje no mercado de trabalho porque são bem preparados técnico e academicamente e buscam sempre o sucesso e aperfeiçoamento; buscam o aprendizado. E quando deixam de aprender com um cargo, se cansam – claro! – e saem da empresa, procuram uma oportunidade melhor porque sentem que estão perdendo tempo na empresa atual. Os candidatos da Geração Y gostam de coisas rápidas, de fazer sucesso o quanto antes, além de flexibilidade. São pessoas que fazem sucesso rápido e estão dominando o mercado porque perguntam muito e não têm medo de arriscar. A empresa que possui esses funcionários precisa entender o que pode aproveitar e como pode aproveitar essa geração, pois eles podem – e fazem – a diferença e o sucesso. Aliás, já não dizem por aí que “são as perguntas que movem o mundo”?

Ano Novo, Planejamento Novo

January 4th, 2010

O término de mais um ano representa o fechamento de mais um ciclo. É tempo de comemorar, confraternizar, agradecer e começar. O começo pode ser do zero, ou não. O importante agora é fazer um novo planejamento, a meta agora é planejar 2010.
Planejamento é algo altamente recomendável e que poucas pessoas fazem por demandar tempo e ser, às vezes, difícil. Temos que pensar no que aprendemos, o que conseguimos efetivamente realizar, o que agregamos à nossa vida profissional e pessoal e, se não descartamos em 2009, o que ficou pendente e que é essencial que seja realizado em 2010. Tudo isso demanda tempo porque pensar no futuro e desenhar metas de longo, médio e curto prazo pode até levar dias, mas é algo que, no mínimo, deve começar a ser praticado. Lembre-se do ditado popular sábio que diz que a “a prática, leva à perfeição”.

Espero que as dicas abaixo o ajudem a encontrar uma luz ao iniciar o seu planejamento.

1)    Coloque tudo no papel: depois de ter pensado nos aprendizados, conquistas e fracassos, é chegado o momento de colocar tudo no papel. Seja papel físico, seja computador, seja celular, seja o que você quiser, o importante é não deixar isso só na sua cabeça, porque ela é boa, mas pode não conseguir se lembrar de tudo no momento de conferir e nem ir “ticando” o que conseguiu fazer;

2)    Metas: desenhe primeiro as suas metas pessoais e depois as profissionais. Falo isso porque depois, na hora de escrever as metas profissionais, você terá uma motivação a mais para trabalhar. Como meta, o ideal é que você pense em coisas desafiadoras e que lhe darão grande satisfação ou mudanças um tanto positivamente radicais em sua vida, pois são essas metas que nos ajudam a nos privar de certas coisas ou até mesmo a motivação necessária para conseguirmos alcançar o que planejamos. Como a meta pessoal e profissional de cada um é muito pessoal, é possível, como exemplo, que existam metas como viagens que deseja realizar, quantias que deseja economizar, cargos que se quer atingir, mudança de emprego ou profissão etc.;

3)    Motivação interna: indubitavelmente, a coisa mais importante. Estar motivado para seguir algo, só depende de nós mesmos. Mesmo que nem tudo esteja saindo como planejado, foque e continue motivado para seguir o que foi planejado e, quando necessário, altere o planejamento.

Além dessas três dicas, algo extremamente necessário em um planejamento é a busca pelo conhecimento. Busca por conhecimento que lhe satisfaça pessoalmente e busca pelo conhecimento que lhe ajude profissionalmente. Esse conhecimento pode estar dentro das suas metas e, com certeza, deve ser algo no seu planejamento, pois o conhecimento e o aprendizado tornam possível a expansão dos seus horizontes. Além disso, procure sempre dar alguns saltos altos, arriscados e que lhe deem prazer. Alguns deles podem não dar certo, mas com certeza muitos darão.

Lembre-se: Ano novo, planejamento novo. E boa sorte!